Aromaterapia poderia ajudar na redução dos agrotóxicos

A gente sempre soube. O eucalipto produz fungicida em suas folhas como medida de proteção coletiva de sua espécie. Fungos são uma das várias pragas que destroem plantações. Portanto… Pois é, o óbvio nem sempre se faz de forma espontânea. Foi preciso a sensibilidade e capacidade científica da engenheira Cátia Libarino para expor mais uma vez que há meios de se proteger o cultivo sem necessidade de tanta química e tanto veneno. E um desses meios é o óleo essencial, o mesmo que se estuda na Aromatologia e se utiliza na Aromaterapia.

A matéria segue abaixo.

https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/cientista-baiana-descobre-substituto-de-agrotoxico-em-folhas-de-eucalipto/

Incorporação de óleos essenciais em tecidos: tudo de bom! (a princípio)

Por Arnaldo V. Carvalho*

Aqui está um link dentre outros, anunciando a aplicação de óleos essenciaiss em tecidos:

https://olhardigital.com.br/noticia/tecido-inteligente-libera-odor-agradavel-quando-usuario-transpira/88687

É verdade que alguns métodos (como utilizar proteína extraída de nariz de porco) ainda não são bacanas. Mas a presença crescente de tecidos inteligentes que incorporam óleos essenciais aponta para algo que pode se tornar tendência e trazer uma nova definição de roupa e de “odorificação social”.

Embora a indústria por enquanto pareça estar focada no “desaparecimento do mau odor”, o fato é que a liberação de odores por uma roupa pode produzir efeito sobre quem veste e sobre quem está em contato com quem veste.

Dentro disto, é bom trazermos à lembrança quee roupas possuem funções sociais de alta importância e impacto. Embora tal discussão ultrapasse a proposta deste blog, o fato é que seu apelo sempre foi relacionado a visão (cores, cortes, padronagens, etc.) e ao tato (tato, texturas, etc.). As roupas e adornos figuram entre as primeiras máscaras do ser humano, e com a incorporação de aromas, podemos fazer muitas perguntas sobre o novo impacto delas na vida humana. Por exemplo:

– Se os óleos essenciais influenciam a psique, é possível que a indução a estados mentais mais relaxados possa, no mascarar de situações reais de tensão, reduzir também as atitudes de resistência contra o que as origina?

– O design das roupas será influenciado pelos aromas que elas carregarem?

– Uma reduzida variedade aromática, a despeito da grande variedade de roupas na atualidade poderá contribuir para a homogeneização das pessoas?

– Os fabricantes lançarão seus produtos com objetivos secundários e silenciosos para além de uma preocupação com a desodorização?

– Se o consumo de roupas aromáticas em algum momento se consolida e se massifica, qual é o impacto disso em termos ecológicos, visto que os óleos essenciais precisam ser extraídos de plantas que muitas vezes precisam ser arrancadas ou cortadas inteiramente, e sua extração nem sempre é rentosa?

– Em algum tempo as roupas aromáticas receberão essências sintéticas no lugar de óleos essenciais? O potencial alergênico disperso nos ambientes pelo trânsito das pessoas vestindo roupas aromáticas poderá ser amplificados? Há chance dessa “roupa aromatizada artificialmente” baratear custos e ter como destino o pobre, que será o mais afetado pelos problemas de saúde que um eventual aroma com potencial alergênico poderia causar? Em termos mais amplos, as roupas aromáticas e sua qualidade serão mais um elemento segregador/extratificante, seguindo a lógica das coisas do mundo tal como ela opera nos dias de hoje?

Finalmente, uma última pergunta: será que os proponentes dessa ideia (que sigo achando brilhante) estão preocupados com perguntas como essa ?

* * *

* Arnaldo V. Carvalho estuda óleos essenciais, a mente e o mundo olfativo desde 1994. Na contracorrente comercial da Aromaterapia, defende acesso democrático e consumo responsável nesta área.

Young Living: custou mais chegou

Outro gigante do marketing de rede de óleos essenciais chega ao Brasil

Por Arnaldo V. Carvalho

Outro dia comentava das gigantes de Aromaterapia que resolveram chegar no Brasil. Cada vez mais se fala de óleos essenciais, no mundo todo, e essas empresas não param de lucrar.

A Young Living tem óleos extraordinários, e muitos e muitos produtos com óleos essenciais. Quando aqui no Brasil (e em muitos países) muita gente tinha medo do consumo interno de óleos (a maioria não sabia que os óleos essenciais são usados há décadas como flavorizantes em uma série de alimentos), a Young Living já vendia de preparado para shake funcional a barrinha de cereais com nossos amados ólinhos.

Então, agora antes que seu concorrente DoTerra tome conta de vez do mercado nacional, parece que eles resolveram entrar para garantir uma fatia do mercado brasileiro:

https://www.istoedinheiro.com.br/o-exercito-de-6-milhoes-de-vendedores/

Terão trabalho. Primeiro porque temos boas produções nacionais, com preços competitivos. Segundo porque o sistema de pirâmide deles no final acaba ficando restrito a um mercado consumidor de nicho, como aconteceu com Amway, Herbalife, etc. Talvez eles só queiram isso mesmo, afinal.

Óleo essencial no Brasil não pode ser popular, não pode ser barato, não pode ser para pobre – O que é um absurdo, pois não há motivo para a prática dos preços que é feita hoje.

Até aí, nada. São todas iguais, e a Young Living será só mais uma.

E dentro do que é, tem muitas qualidades. Produto bom, bom suporte de informação a consumidores e seus consultores/vendedores. Se for como nos EUA. Tive a oportunidade de participar de alguns seminários da marca por lá nos idos de 2010. São realmente bons, embora fique claro que o foco é que os participantes não consigam filtrar onde começam e terminam o marketing e a informação concreta e de qualidade. Faz parte. Mas é uma pena.

De todo modo, desejo vida longa a empresa, que já enfrentou muita polêmica lá nos EUA, quando os óleos essenciais estavam sendo atacados como perigosos, quando chegou-se a aventar que deveria haver controle restrito e/ou médico sobre seu uso, etc. Considero seu idealizador, aliás, um grande ativista da qualidade de vida através do retorno e respeito à natureza. Que venham bem.

* Arnaldo V. Carvalho, terapeuta e educador, estuda e dá cursos sobre o uso dos óleos essenciais há mais de vinte anos.

Produtoras de óleos essenciais aos poucos vão se aglutinando por multinacionais.

Albert Vieille é uma tradicional fabricante de óleos essenciais e ingredientes naturais específicos usados em perfumes e produtos de aromaterapia. Com sede localizada nas proximidades de Grasse, França, a empresa que também conta com uma fábrica na Espanha acaba de ser adquirida pela Suíça Givaudan, gigante que aos poucos mostra-se faminta e talvez disposta a proteger-se de outras megaempresas que vêm se consolidando no mercado.

A tendência pode no futuro gerar um achatamento brutal dos pequenos negócios familiares de óleos essenciais, mas por outro lado, mostrar caminhos globais que certamente poderão ser seguidos por empresas do setor no Brasil. (Arnaldo)

Workshop ensina a destilar óleos essenciais e sua aplicação em cosméticos naturais

Em Portugal, precisamente na bela Serra da Estrela, haverá um workshop especial, com Paula Mendes, produtora de plantas aromáticas e medicinais.

No CISE – Centro de Interpretação da Serra da Estrela no próximo dia 27 de abril.

Informações: http://www.cise.pt/pt/index.php/atividades/cursos-e-saidas-tematicas/workshop-oleos-cosmetica

Associação Portuguesa de Aromaterapia cria projeto de atendimento gratuito no país

Os portugueses do norte português estão sendo beneficiados com Aromaterapia associada a outros tratamentos. Os relatos são excelentes, e sem dúvida está de parabéns a APA – Associação Portuguesa de Aromaterapia – pela iniciativa.

Vejam em:
https://semanariov.pt/2019/04/08/hospital-do-sorriso-em-soutelo-sinto-me-muito-melhor-isto-e-fabuloso/

Óleos essenciais para nos enganar

Gasin

O site comercial Hipersuper, de Portugal, anuncia em tom de comemoração as novas embalagens da empresa “Gasin”, que basicamente contém óleos essenciais para dar sensação de frescor a alimentos congelados e outros.

É o típico caso de uso do óleo essencial “para o mal”, pois engana o nariz e induz a pessoa acreditar no que não é. Parem de nos enganar indústria só interessada em lucro!

A matéria foi publicada aqui: http://www.hipersuper.pt/2019/01/23/gasin-lanca-aroma-map-embalagem-produtos/


Óleo essencial de Alecrim-pimenta substitui fungicidas “do mal” e estica a vida útil do morango!

Resultado de imagem para morango orgânico

Em matéria publicada na revista eletrônica portuguesa “Vida Rural” (aqui), mostra-se que o óleo essencial da verbenácea conhecida como Alecrim-pimenta já está sendo usado na pós-colheita do morango, evitando que ele mofe. Segundo a matéria, o tempo de comercialização do produto estica de uma semana para 18 dias e dispensa o uso de químicos que não nos fazem bem.

Queremos isso aqui no Brasil!

Imagem

Aromaterapia chega ao bloco cirurgico de hospital

HOJE: Aromaterapia na Oncologia em conversa com especialistas pelo Youtube

Aromaterapia e Oncologia – Vamos conversar?

Quinta, dia 28 de janeiro de 2019, as 20:30.

Via Internet (Youtube ao Vivo – Canal Câncer sem Mitos)

Cristina Paixão e o terapeuta Arnaldo V. Carvalho conversam sobre aromaterapia e óleos essenciais durante o tratamento do câncer e também prevenção. Que benefícios você pode obter com eles? Pode ser usado durante a quimioterapia? Há algum impedimento? Há efeitos colaterais?

O terapeuta Arnaldo V. Carvalho, conta com vinte anos de experiência clínica utilizando óleos essenciais e o sentido olfativo em terapia.

Mais sobre o profissional:

https://arnaldovcarvalho.wordpress.com/eu-terapeuta/
http://www.aromatologia.com.br/

Cristina Paixão é psicóloga, com especialização em psico-oncologia. Fundadora do site Câncer sem Mitos (http://www.cancersemitos.com.br) e do canal no YouTube (Cancer sem Mitos).

Link para o encontro virtual:
http://youtu.be/WBranFPSoss

http://youtu.be/WBranFPSoss