Category Archives: Produtos e serviços: Reviews e resenhas críticas

Uma agradável surpresa na Alemanha

Por Ary Bon

Acabo de voltar de Dusseldorf e Colonia = Köln

A tradicional casa 4711, que “inventou” a água de colonia, se reinventou com uma linha de perfumes e artigos de banho “acqua-colonia” com aromas naturais de óleos essenciiais.
O melhor de tudo…,
(1) preços na casa da metade do que os perfumes “de marca” oferecidos nas perfumarias, free shops, etc. (paguei 30 euros por vidro) … e
(2) aromas são realmente naturais, porque a coisa sintética me faz espirrar direto.

Esta “onda natural” na perfumaria estética já vem ocorrendo há algum tempo com a Occitane, Roger Gallet e outras.
Estou falando da perfumaria estética em contraposição à, digamos, “terapêutica”, e uma sem prejuízo da outra.

Não é comercial não, comprei dois deles para mim mesmo e são muito bons..
Sabores (todos interessantes, características bem diferentes em cada um)

  • Laranja amarga /mangericão
  • Ruibarbo /sálvia
  • Limão /gengibre
  • Melissa /verbena
  • Junípero /orégano
  • Lavanda /tomilho
  • Vetiver /bergamota
  • Vinho branco

http://www.acqua-colonia.com/
http://www.4711.com

https://i0.wp.com/www.lovodor.com/Uploadfile/perfume/nd/nd.5827.jpg

Meus óleos preferidos por marca

Quando lançamos o nosso site, em 2006, havia muito menos marcas de Aromaterapia, a produção nacional era bem menor, e as variedades de óleo idem. Os últimos anos marcarão um boom no mercado, com grandes importadoras apostando na qualidade de óleos essenciais franceses, chineses, e de diversas outras partes do globo, a produção nacional apostando na extração inovadoras de óleos autenticamente tupiniquins, e o surgimento de muitas novas marcas de cosméticos naturais, produtos terapeuticos, etc. a base das nossas preciosidades vegetais… Enquanto tranportava o conteúdo do antigo site para cá, deparei-me com essa pequena avaliação multi-marcas. Na época, eu percebia diferenças de acordo com as marcas. Hoje, percebo muitas iguais, talvez por terem o mesmo fornecedor. Algumas empresas citadas já não estão no mercado; Então o que está aqui publicado nesse momento não é válido, ficando apenas uma recordação. Acrescentei hoje, de qualquer forma, algumas impressões que tive ao entrar em contato com alguns desses óleos, que permanecem bem vivos na minha memória olfativa.

:: O melhor de cada empresa na avaliação de Arnaldo V. Carvalho


Bellarome:
Benjoim e Litsea Cubeba;

O benjoim da Bellarome é de uma resina que parece mais delicada e fina do que a maioria; Estão lá todas as características do perfumado óleo resinoso, porém com manuseio um pouco mais fácil do que a média, visto que é menos viscoso.

Bioessência: Alecrim e Eucalipto glóbulus;

Sou sem dúvida um apaixonado pelo alecrim da bioessência, um aroma herbal e pungente que nos acende a alma!

Aromalândia: Sassafrás e cacau;

Pois é, essa empresa agora se chama Lazló, e oferece ao mercado de varejo quase com exclusividade essas duas pérolas: O sassafrás, óleo estimulante, vivo, com toques herbais e calientes, e o cacau, óleo resina que te faz querer comer qualquer preparado a base deste, autêntico odor de chocolate amargo!

Officinalis: Pachouli;

Acho que essa empresa fechou. Nunca voltei a sentir um patchouli tão bom, acanelado, mais alegre e aberto que o patchouli tradicional, porém na medida, pois patchouli tem sempre aquele tom pardo que todos apreciam.

Kurã: Macela e Carqueja

Uma das primeiras a trabalhar com esses óleos genuinamente brasileiros. O macela é cheirinho de travesseiro de ervas da vovó, delícia.

Dádiva: Lavanda Mont Blanc;

Uma empresa mais simples, que aposta nos best-sellers do mercado e preços competitivos, a Dádiva tinha em sua coleção a Lavanda Mont Blanc, homenageando a possível procedência do óleo, um aroma leve, de qualidade, que se podia obter sem arrancar os olhos em troca.

Brasil Portrait: Hortelã Pimenta;

Excepcional, queria saber de onde é extraído a hortelã da Brasil Portrait, só para ir aos campos de cultivo e ficar lá a cheirar as folhas! É o ponto certo de um óleo refrescante, adocicado somente o suficiente para o ardor herbal não enjoar. Maravilha!

By Samia: Jasmim e gerânio.

Há pouca gente vendendo jasmim, porque é caro. Dentre as marcas, a By Samia é uma que segue vendendo, e o simples abrir do vidro já nos enebria com esse aroma inconfundível que aqui encontrei toques de uma leveza rara.

Quer enviar sua avaliação? Mande para nós seu óleo preferido de pelo menos cinco empresas. Sua avaliação pode ser publicada!

Toque de Seda, nova aposta da Bela Luz de sabonetes 100% naturais cold process com óleos essenciais

A Bela Luz, empresa especializada na produção de chás, ervas medicinais e geléias biológicas (orgânicas), anuncia o início da comercialização de sabões/sabonetes 100% naturais “Toque de seda”, elaborados pela Aromaterapeuta Mariana Franco. A Bela Luz fornece-lhe as plantas medicinais utilizadas no processo, e os óleos são curados a maneira do processo a frio, a mais nobre maneira de saponificação.

Os sabões têm propriedades curativas e são extramentes hidratantes e emolientes. Existem várias combinações. Podem espreitar os sabões em: http://toque-de-seda.pt.vu/

Os sabões de 120 g custam 3,90 euros ( á excepção do sabão de rosa a 4,20 euros), os mini são a 2,00 euros.
OPINIÃO – Por Arnaldo V. Carvalho, terapeuta
“Foram a mim enviadas amostras dos sabões Toque de Seda de Mariana Franco. Os resultados obtidos pelo processo artesanal são impressionantes,  e a qualidade que percebi só foi por mim notada por duas outras vezes, uma vez num produto francês, outro aqui do Rio de Janeiro. Ao primeiro toque do sabão a pele já se sente uma textura cremosa, macia, porém firme. Esta por sua vez oferece ao primeiro enxague uma tez aveludada a pele. Sendo sempre naturais, sem quaisquer uso de conservantes ou corantes sintéticos, as cores são sempre suaves, com poucas variações, e obter beleza dessa forma não é muito fácil. Mariana soube combinar nuances cromáticas a elementos decorativos naturais como sementes, ranhuras propositais e outros, para conferir um aspecto que reune o rústico ao simples-sofisticado. Algumas pessoas pensam que o que é simples tem de ser necessariamente tosco. Essa parceria Bela Luz / Toque de Seda (Mariana Franco) prova que quando há paciência, carinho e dedicação, pode-se elaborar produtos que ao olhar da espiritualidade sem dúvida foram abençoados. As vezes é preciso tempo, carinho, paciência e dedicação para que imprima num trabalho artistico a alma de seu autor. É isso o que se percebe aqui, os sabões contém a assinatura da alma de Mariana. Paracelso ficaria muito satisfeito”.
Encomendas podem ser feitas via mail ou telefone ou então em visita ao mercado Bio de Braga (sábados de manhã das 9hh00 ás 12h30 no mercado cultural do Carandá).
CONTATO
Bela Luz®
Quinta de Sernades
Rua de Sernades, 22
Este São Mamede
4715-522 Braga
tlmv: 962963669
elisabetecosta@gmail.com

Toque de Seda: Sabonetes pela técnica Cold Process em Portugal

A aromaterapeuta Mariana Franco, de Braga, Portugal, está enviando para toda  parte em Portugal e exterior sabonetes feitos pelas técnicas mais avançadas e naturais da cósmética aromaterápica. Uma especialidade rara, onde óleos finos passam por processo de saponificação lenta, enquanto incorporam propriedades hidratantes, higienizantes e emolientes.

Tal técnica permite  a confecção de um tipo de sabonete que é sem dúvida ideal para pessoas alérgicas, crianças e pessoas com a pele delicada, e mesmo a pele mais saudável a qual se deseja oferecer um toque a mais de suavidade, conservando-a pelos anos sem os riscos de envelhecimento precoce.

Mariana ainda conseguiu algo que não é comum nesse tipo de confecção artesanal: a beleza, igualmente natural, sem corantes artificiais ou afins.

Recomendo tremendamente a todos os que querem oferecer no Natal a si mesmos e aos outros itens raros de higiene pessoal.

Quem quiser ter mais detalhes vá ao site, belissimamente ilustrado e com informações detalhadas sobre os vários tipos de sabonetes:http://toque-de-seda.pt.vu/

Um abraço,
Arnaldo V. Carvalho
Naturopata especialista em Aromaterapia

Site ensina o uso de óleos essenciais para renovar móveis!

Resultados, embora fantásticos, devem ser obtidos com um olho na sustentabilidade

Por Arnaldo V. Carvalho

O site “mustknowhow” (“preciso saber como”) publicou um pequeno artigo sobre polimento de móveis com óleos essenciais. Com tradução eletrônica cheia de erros, o site ainda assim oferece informação bastante útil para quem deseja dar aquele brilho de novo em seus móveis, utilizando-se ainda da arte da aromaterapia e assim ter um ganho a mais ao realizar a tarefa.

Indicamos a leitura, pois a parte do “como fazer” encontra-se correta e sem dúvida a utilização dos óleos nos móveis é mesmo eficiente. No entanto, pedimos que antes de se entregarem ao uso dos óleos, pense que esses vieram da natureza, e todo o seu consumo gera impacto ambiental.

Já passa da hora de vir a tona uma aromaterapia mais consciente, onde se utiliza aquilo que realmente se precisa, sem futilidades ou disperdícios.

Tendo isto em mente, pense que há óleos essenciais mais baratos e ecológicos que outros. No Brasil, é a família dos capins e dos cítricos a ideal para esse tipo de uso. No mediterrâneo, o Olíbano e o Alecrim. Na Oceania, o tea-tree mas principalmente a melaleuca conhecida como Niauli. Enfim. Há sempre uma planta que por uma série de motivos é mais indicada para uso constante quando o assunto é pensar o planeta.

Se você é da turma que quer deixar tudo bonito sem agredir o ambiente e pensando que um dia as próximas gerações sofrerão se não começarmos agora, então fica aí o recado.

Para acessar a matéria sobre o polimento, visite:
http://pt.mustknowhow.com/index.php/casa-e-jardim/polimento-de-moveis-com-oleos-essenciais

Use com sabedoria!

Blog da Ilália ensina a fazer protetor labial (lip balm)

O Blog da consultora de beleza, Ilália Cristina, fala sobre cosméticos orgânicos e naturais. Em post recente ela publica o resultado de suas pesquisas, e compartilha com seus leitores uma interessante fórmula de lip balm. Recomendamos a visita ao site da moça.

Blog Cosméticos Orgânicos e Naturais

Post sobre o Lip Balm:

http://cosmeticosorganicosnaturais.blogspot.com/2010/07/receitinha-lip-balm-caseiro-organico-e.html


Arnaldo V. Carvalho

http://www.aromatologia.com.br

Drauzio Varella e a Fitoterapia no Brasil

Dráuzio Varella e a Fitoterapia no Brasil

Prof. Douglas Carrara

Sou antropólogo e pesquisador de medicina popular e fitoterapia há vários anos no Brasil. Imaginem a surpresa e a indignação ao ler a matéria na revista Época de Agosto/2010 sobre a prática da fitoterapia no serviço público no Brasil. No entanto é necessário agradecer ao Dr. Dráuzio Varella pela iniciativa. Agora temos um representante da indústria farmacêutica com quem dialogar. Sinal dos tempos! A fitoterapia e o projeto Farmácias Vivas já começam a incomodar e a causar prejuízos à indústria farmacêutica …

Analisando os países mais avançados do mundo e que utilizam em grande escala os medicamentos produzidos pela indústria farmacêutica, verificamos que os resultados obtidos pela medicina considerada científica são pífios. Os Estados Unidos possuem os índices de câncer de mama e de próstata mais elevados do mundo. Em 1993 haviam nos EUA, 8 milhões de diabéticos, uma das mais altas do mundo. Com relação às doenças cardio-vasculares também os americanos são campeões.  Nesse país onde se utiliza a “medicina de rico”, no entender esclarecido do Dr. Dráuzio Varella, os pacientes são tratados com medicamentos de última geração e equipamentos modernos de alto custo. Investe-se muito em medicina e quase nada em saúde da população.

Por outro lado, nos países onde se pratica a “medicina de pobre”, para citar novamente o ilustre médico Dr. Dráuzio Varella, os índices de doenças degenerativas, tais como, cânceres, doenças cardio-vasculares, diabetes, são baixíssimos. Nos EUA, ocorrem 120 casos de câncer de mama por 100.000 habitantes, enquanto na China apenas 20.

Inclusive as imigrantes  chinesas que vivem nos Estados Unidos, acabam atingindo os índices absurdos e epidêmicos da população americana. Em São Francisco, a cada ano surgem 160 casos de câncer de mama por 100.000 habitantes que migraram da cidade de Xangai, na China, enquanto, na mesma faixa etária, as que permaneceram, apenas 40 casos surgiram da mesma doença.

Portanto a medicina avançada dos países do primeiro mundo não colabora em nada para promover a saúde de seus habitantes. Por que então importarmos a mesma medicina que não se preocupa com a promoção da saúde e que parece considerar a doença um negócio melhor do que a saúde?

O que diferencia as populações dos países asiáticos é a prática de terapêuticas de origem milenar: fitoterapia, acupuntura, shiatsu, assim como os medicamentos alopáticos, sempre que necessário.

Portanto, Dr. Dráuzio Varella, que modelo de medicina devemos escolher e utilizar no tratamento das doenças da população brasileira de baixa renda? O modelo americano ou o asiático? Como confiamos na sua boa formação matemática e que as estatísticas epidemiológicas não são mentirosas, o melhor caminho para o Brasil forçosamente terá que ser o modelo asiático.

Mesmo sabendo que todos os profissionais da saúde, pesquisadores, fitoquímicos, fitofarmacologistas, etnobotânicos, farmacêuticos, fitoterapeutas e antropólogos da saúde são ignorantes, segundo a douta opinião do Dr. Dráuzio Varella, acreditamos que um dia vamos conseguir atingir os índices baixos de morbidade obtidos atualmente pelos países asiáticos.

Para melhorar o nível de nossos profissionais, pesquisadores da área de plantas medicinais, basta que o próprio governo aumente as verbas para pesquisa com plantas medicinais, que há séculos vem sendo utilizadas sem nenhum apoio do governo no tratamento de seus problemas de saúde pela população pobre, sem recursos, que conta apenas com a experiência de seus ancestrais para tratar de suas doenças. Esta é a realidade da nossa população humilde de interior, cujos serviços de saúde, todos sabemos, são precários e péssimos.

Imagine o Dr. Dráuzio Varella, se a população simples do interior não possuísse nenhum conhecimento da ação das plantas medicinais. Se toda vez que alguém adoecesse tivesse que procurar o serviço de saúde de seu município. Imagine o caos que seria. Em primeiro lugar, porque a maioria dos médicos está concentrada nas capitais dos estados. Em segundo lugar, porque na medida em que nos afastamos dos grandes centros, os recursos na área da saúde diminuem. E por isso faltam medicamentos, faltam leitos de hospital, faltam médicos e enfermeiros. Ainda assim os poucos profissionais que existem no interior foram mal formados na faculdade. As faculdades atualmente se preocupam em formar médicos especialistas em  monitoramento de UTI’s. Enfim são formados para exercer a “medicina de rico”. São pouquíssimos os médicos clínicos disponíveis capacitados para receitar fitoterápicos, mesmo porque não se estuda fitoterapia nas faculdades de medicina no Brasil! E muito menos dispomos de faculdade de fitoterapia, tais como, as que existem na Inglaterra, na França, na Índia, na China.

Não estranhamos, portanto que o Dr. Dráuzio Varella, tenha encontrado muita ignorância nos projetos de Farmácias Vivas estabelecidos em diversas regiões do país. Há, na verdade, uma carência muito grande pesquisas na área de plantas medicinais no Brasil. Por outro lado, a ignorância encontrada pelo ilustre médico  não é decorrente do descaso ou por falta de amor pelo paciente. Além de não ter recebido nenhuma informação, e, muito menos formação, na faculdade onde estudou, o médico que atua nos atendimentos fitoterápicos não dispõe de nenhum apoio logístico. Para praticar a fitoterapia as informações são escassas e mesmo as pesquisas que a Universidade brasileira promove, que o Dr. Drázio Varella, se referiu com tanto desprezo, dificilmente chegam ao seu conhecimento.

Portanto tudo o que o douto Dráuzio Varella considera idiotices são deficiências que ocorrem em um país que até hoje escolheu o modelo da “medicina rica” que promove a doença e não investe na saúde da população. Ao acusar um médico que receita fitoterápicos de idiota, porque não conhece farmacologia, teria que acusar também os demais médicos brasileiros que também não conhecem, porque todos sabemos que a farmacologia moderna é uma caixa preta, cujo conhecimento é de domínio exclusivo dos grandes laboratórios. Para o médico chega apenas a bula dos medicamentos…

Mas agora sabemos que o único cidadão brasileiro que não é idiota e que sabe farmacologia em profundidade é o Dr. Dráuzio Varella, porque provavelmente recebeu informações confidenciais dos grandes laboratórios e pode falar com conhecimento de causa. Como percebeu a deficiência na formação dos médicos que entrevistou, vai agora colaborar e esclarecer e orientar os idiotas, profissionais de saúde, que atuam nos projetos de Farmácias Vivas, idealizado pelo provavelmente também idiota, Dr. Francisco José de Abreu Matos, farmacêutico químico e professor da Universidade Federal do Ceará, infelizmente falecido em 2008. Se estivesse vivo com certeza explicaria as dificuldades para desenvolver e implantar o projeto de Farmácias Vivas no Ceará, com uma experiência profissional de 50 anos.

Sabemos que, segundo o Aurélio, idiota é um indivíduo pouco inteligente, estúpido, ignorante, imbecil e em alguns casos, até mesmo, uma categoria psiquiátrica, a idiotia. Portanto não consideramos correto e muito menos ético, considerar idiotas inúmeros profissionais da área da saúde,  que atuam nos projetos de Farmácias Vivas no Brasil. As deficiências por ventura encontradas pelo ilustre médico deveriam, com certeza, ser avaliadas, mas evidentemente com o respeito que qualquer indivíduo merece, independente de sua formação intelectual.

Quanto à experimentação dos fitoterápicos, a que o Dr. Drázio Varella se referiu, gostaríamos de questionar porque inúmeros medicamentos alopáticos são proibidos e retirados do mercado, após causar inúmeros danos aos pacientes. Por acaso a talidomida que gerou inúmeras crianças defeituosas no mundo inteiro foi submetida a experimentação científica antes de ser colocada á venda no mercado? Quantos aditivos e demais produtos químicos são colocados no mercado, expondo seres humanos e seres vivos aos seus efeitos cancerígenos que somente são percebidos depois que contaminaram todo o planeta. Basta lembrar dos PCB’s, os bifenilos policlorados, óleo conhecido no Brasil como ascarel, que quando foram produzidos em 1929 não se sabia nada de seus efeitos altamente nocivos para os seres vivos e para o meio ambiente. Sua fabricação foi proibida em 1976, mas os efeitos maléficos cumulativos e persistentes que atingiram toda a cadeia alimentar do planeta, não. A contaminação continua até os dias de hoje e, provavelmente o ilustre médico Dr. Dráuzio Varella também deve estar contaminado com PCB’s, o que explicaria sua atitude pouco ou nada cortês com demais indivíduos de sua espécie. Este é apenas um trágico exemplo, mas existem mais de 800 aditivos químicos ainda não estudados utilizados na fabricação de alimentos. São proibidos apenas quando, após experiências com animais, se descobre que são cancerígenos. Nesse caso, as cobaias não foram os pobres camondongos, foram os seres humanos que, sem  serem consultados, foram submetidos à experimentação.

Também consideramos necessário experimentar previamente as plantas medicinais. Os ensaios toxicológicos são evidentemente necessários, inclusive para estabelecer uma posologia adequada para um possível atendimento fitoterápico. Por outro lado, a etnobotãnica e a antropologia da saúde fornecem uma contribuição muito importante para a ciência ao estudar o conhecimento de raizeiros e pajés indígenas que conhecem os efeitos de cada planta a partir da experiência recebida de seus ancestrais e da utilização da planta por si mesmo. Podemos dispor desse modo de uma informação preciosa a respeito de plantas potencialmente tóxicas e perigosas. Na verdade tudo o que sabemos de cada planta considerada medicinal, tem origem na medicina popular, indígena, ou através dos conhecimentos trazidos pelas etnias africanas introduzidas no Brasil como escravos desde o início do processo de conquista e colonização do Brasil.

Na verdade todas as plantas medicinais estudadas pela Universidade no Brasil são oriundas da medicina popular. Não existe nenhuma planta medicinal cujo conhecimento não seja difundido entre a população.  Portanto quem decide o que estudar em termos de ação medicinal, são os intelectuais existentes nas comunidades simples do interior brasileiro, os raizeiros, os mateiros, as parteiras, os rezadores, os umbandistas, os curadores de cobra, etc.  São eles que informam aos etnobotânicos e antropólogos da saúde o que vale a pena estudar no reino vegetal. Se não fosse assim porque a Universidade iria formar etnobotânicos, etnofarmacologistas, especialistas em estudar o pensamento médico popular, com o objetivo de encontrar plantas, com grande potencial terapêutico. E tal fato vem acontecendo no mundo inteiro. A planta medicinal, Stevia rebaudiana foi descoberta pelos índios guarani do Paraguai e classificada pelo cientista suíço Moisés Bertoni. Pois bem, a estévia é um adoçante 300 vezes mais potente do que o açúcar de cana e não produz diabetes. Não por acaso foi proibido o seu uso nos Estados Unidos!

Assim necessitamos cada vez mais reduzir nossa ignorância aprendendo com quem sabe: os praticantes da medicina popular, porque ninguém é totalmente sábio ou totalmente ignorante. O acesso ao saber é um processo contínuo de busca e por isso para deixar de ser ignorante é necessário trilhar sempre o caminho da pesquisa e humildemente reconhecer que, mesmo quando avançamos, sabemos apenas que sabemos pouco ou quase nada.

Entretanto quando julgamos os que realmente pesquisam e buscam o conhecimento, totalmente ignorantes e idiotas, estamos reconhecendo que nada sabemos do que necessita ser conhecido.

Pelo menos o Dr. Dráuzio Varella reconheceu que o atendimento fitoterápico é profundamente diferente do atendimento alopático. O médico fitoterapeuta escuta durante muito tempo as queixas e o histórico do paciente e faz uma anamnese correta e completa. Nenhuma novidade nisso. Todo médico deve fazer isso. “O doente vai ao médico e ele nem olha na cara”, segundo Dr. Dráuzio Varella. Realmente esta é a realidade da “medicina de rico” aplicada ao pobre.  O médico de formação alopata não olha o paciente, porque não necessita individualizar o paciente, basta receitar um analgésico ou antibiótico qualquer, para despedir seu paciente. Este é o modelo que o Dr. Dráuzio Varella defende em sua entrevista. Parabéns pela inteligência do Dr. Dráuzio Varella!

Enfim, vamos aguardar a reportagem do dia 29/08/2010 na Globo, para avaliar melhor a proposta do Dr. Dráuzio Varella.

Sabonete repelente é nova arma contra a dengue

FONTE: http://www.comciencia.br/comciencia/?section=3&noticia=423

Sabonete repelente pode ser coadjuvante no combate à dengue
Por Marina Mezzacappa
01/04/2008

A epidemia de dengue no estado do Rio de Janeiro já contabilizou mais
de 43 mil casos da doença este ano. Até esta segunda-feira (dia 31),
67 mortes eram atribuídas oficialmente à dengue no estado. Atentos a
essa realidade, pesquisadores da Universidade Estadual do Norte
Fluminense (UENF) estão desenvolvendo um sabonete repelente que pode
atuar como coadjuvante no combate à doença.

A equipe do Laboratório de Ciências Químicas da universidade,
capitaneada por Edmilson José Maria, realiza a pesquisa desde outubro
de 2007. O objetivo é obter um sabonete que tenha ação repelente de
seis horas e baixo custo para a população.

“A fêmea do mosquito Aedes aegypti atua no período diurno e nossa
intenção é a utilização de um sabonete repelente nesse horário para
diminuir o tempo de ataque da fêmea e reduzir gradativamente o número
de casos”, explica José Maria.

O pesquisador afirma que, ao contrário do uso de repelentes corporais,
o banho já é um hábito incorporado, o que facilitaria a aceitação do
produto. “Além disso, repelentes corporais, elétricos e inseticidas
têm uma relação custo benefício elevada para o padrão da população
brasileira”, avalia.

Segundo ele, o sabonete deve ser passado preferencialmente nas áreas
do corpo que ficam descobertas, evitando mucosas e feridas, bem como a
utilização por crianças com menos de seis anos e mulheres grávidas. “O
produto terá as mesmas propriedades dos sabonetes tradicionais e
poderá substitui-los em algumas circunstâncias, podendo ser usado em
partes do corpo ou em toda sua extensão, dependendo do local onde a
pessoa esteja”, explica José Maria.

O sabonete tem em sua composição, além de glicerina, óleos essenciais
com comprovada ação repelente contra mosquitos e pernilongos,
extraídos de plantas como o capim-limão, a citronela e o
cravo-da-índia. “Faremos testes para verificar a eficiência também
contra carrapatos”, diz. A fórmula conta ainda com outras substâncias,
mantidas em sigilo, que ajudam a aumentar o tempo de ação do produto.

A idéia de produção de um sabonete repelente surgiu quando Edmilson
José Maria passou a integrar o grupo de pesquisas sobre biodiesel da
UENF e sugeriu a coleta do óleo de fritura usado em estabelecimentos
comerciais e associações de moradores para suprir tais pesquisas. “A
partir dessa idéia, preconizamos a utilização de parte desse óleo
usado e do subproduto do biodiesel, a glicerina, para fazermos sabão,
e, posteriormente, pensamos em agregar ao nosso produto substâncias
repelentes a mosquitos e pernilongos”, conta.

No momento, o sabonete está em fase de testes com concentrações
variadas para delineação do maior poder repelente. Os testes estão
sendo efetuados em parceria com as áreas de bioquímica e biologia da
universidade. “Nossos esforços estão concentrados somente nessa
pesquisa para disponibilizarmos o produto final o mais rápido
possível, preferencialmente antes do final do primeiro semestre”,
informa Maria. “Nosso intuito é disponibilizar o produto para
aquisição preferencial por órgãos públicos ligados à saúde e,
posteriormente, pelo público em geral”, completa.

Os pesquisadores, que pretendem patentear o produto, estão abertos a
novas parcerias para realização da pesquisa e também para a colocação
do produto no mercado. O desenvolvimento de outros produtos com os
mesmos efeitos também estão sendo analisados, como uma versão para
lavagem de roupas, com maior poder repelente, cremes e adesivos
autocolantes.

Larvicida: outra arma

O biolarvicida Bt-horus, desenvolvido pela Empresa Brasileira de
Pesquisa Agropecuária (Embrapa), também promete contribuir na luta
contra o mosquito da dengue. O inseticida biológico, atóxico e eficaz
contra as larvas de Aedes aegypti, foi desenvolvido em parceria com a
empresa Bthek e consiste na utilização de uma bactéria. Misturada em
uma solução, ela serve de alimento para as larvas do mosquito que, ao
ingeri-la, tem seu intestino destruído e morrem.

O produto, inofensivo para outros organismos e de fácil aplicação
pelos próprios moradores, já foi usado nas cidades de Rio das Ostras
(Rio de Janeiro), São Sebastião (Distrito Federal), Três Lagoas (Mato
Grosso do Sul) e Sorriso (Mato Grosso). Em todas, o índice de
infestação pelo mosquito diminuiu. O Ministério da Saúde ainda não tem
previsão para a utilização do produto.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) também desenvolveu um inseticida
natural para combater as larvas do mosquito da dengue. O novo biocida
é feito a partir de uma substância da Piper solmsianum, planta da
família das pimentas. Nativa da Mata Atlântica, a planta é atóxica e
não deixa resíduos químicos. Colocado em reservatórios de água, o
biocida mata as larvas de insetos. O estudo está em fase de testes de
campo e levantamento de custo e o produto deve chegar ao mercado em
até quatro anos.

Para saber mais:

– Um banho para vencer a batalha contra o mosquito da dengue

Empresa catarinense lança sabonete especial para cozinheiros

FONTE:
http://www.adjorisc.com.br/jornais/obarrigaverde/noticias/index.phtml?id_conteud\
o=132627

Empresa catarinense lança sabonete especial para cozinheiros
02 de Abril de 2008

LANÇAMENTO

LINHA DIRETA
Visite o site da Omnes
Contato: 0800 643-0090

A Omnes Parfums & Cosmetics, de Criciúma, está lançando uma novidade
especial para quem gosta de cozinhar. A Linha Omnes Casa surge com
dois lançamentos inovadores voltados para a cozinha: o Sabonete e o
Spray Desodorizante do Gourmet. Os dois vem na versão Ervas de
Provence, uma essência arrasadora exclusiva
para a cozinha, com o diferencial de remover odorer.

O Sabonete do Gourmet elimina odores das mãos como de alho, cebola,
cloro e tantos outros temperos utilizados na cozinha. “Um fator
importante que
vale a pena ressaltar, é que ele também elimina o cheiro de cigarro
das mãos.
É bactericida e biodegradável, e contém uma rica composição com Óleos
Essenciais de Alecrim e Tomilho, Extratos de Malva, Sálvia e Aloe
vera, Pantenol e ainda Sementes de Apricot que elimina resíduos e faz
uma ligeira esfoliação. Tudo para deixar as mãos limpas, livres de
bactérias, protegidas e bem tratadas”, explica o diretor da marca,
César Smielevski.

O Spray Desodorizante do Gourmet, assim como o sabonete, elimina
odores do ambiente da cozinha de frituras, peixe e tantos outros
odores que envolvem o preparo dos alimentos. “Para quem não faz peixe
na sua cozinha por causa do cheiro desagradável, esse é o produto
ideal que veio para fazer parte da cozinha tanto doméstica quanto
profissional, quando se trata de restaurantes e cozinhas industriais”,
comenta César.

“Quem já experimentou comprovou a eficácia dos dois produtos. Eles
realmente eliminam os cheiros das mãos e do ambiente. É resultado
certo e garantido”, conclui o diretor.

Surya Henna – uma empresa com ótimas surpresas

Já faz tempo que estou de olho, positivamente, no movimento da marca
surya. uma das poucas que procura fazer produtos sem petroquímicos,
sem parabenos (altamente alergênicos) e outros, e possui um monte de
outros principios filosóficos… E está crescendo sem abrir mão de
nenhum deles. vejam essa interessante matéria sobre eles:

 

http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=7353

Em tempo, é empresa BRASILEIRA!!!

Abraços,
Arnaldo V. Carvalho
AROMATERAPIA E AROMATOLOGIA
PORTAL VERDE – http://www.portalverde.com.br

28/03/2007 – 10:57

Surya Brasil participa da 40ª edição da Cosmoprof Bologna

A Surya Brasil, fabricante de cosméticos naturais, participa na Itália entre os dias 29 de março e 2 de abril, da Cosmoprof Bologna, a maior feira do setor no mundo, que este ano ocupa uma área de 84 mil m². A empresa participará da área nobre do pavilhão 21, coordenado pela ABIHPEC (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos) e apoio da APEX-Brasil (Agência de Promoção de Exportações e Investimentos). A presidente da Surya Brasil, Clélia Angelon, estará presente ao evento.

A Surya Brasil lançará para o mercado europeu, durante a Cosmoprof, seus primeiros produtos para tratamento de rosto e corpo, uma extensão da linha Amazônia Preciosa formada por shampoos, condicionadores e máscaras capilares. Todos os itens da linha contêm o óleo essencial da árvore Preciosa (encontrada apenas na Amazônia) e as fórmulas são elaboradas com ingredientes de origem natural, óleos essenciais e vegetais com certificação orgânica. A extensão da linha é formada por nove produtos, os primeiros desenvolvidos pela Surya Brasil para tratamento facial e corporal. Todas as matérias-primas são extraídas de modo sustentável, visando a preservação das florestas e dos trabalhadores que vivem da coleta das plantas utilizadas pela empresa. Toda a linha segue o conceito vegano (não faz testes em animais nem utiliza ingredientes de origem animal). Para esta linha a Surya Brasil desenvolveu uma embalagem 100% biodegradável – a primeira a ser lançada por uma empresa brasileira de cosméticos, e vencedora do Troféu Embanews de Destaque do Ano.

Os cosméticos da Surya Brasil foram introduzidos nos EUA em 1997 e em 2001 a empresa abriu um escritório em Nova York, o que possibilitou a ampliação de sua participação no mercado externo. Hoje, as exportações representam 50% do faturamento. Em 2005, a Surya Brasil inaugurou escritório na Índia e atualmente exporta também para outros 14 países: França, Grécia, Inglaterra, Portugal, Bélgica, Líbano, Arábia Saudita, Kwuait, Taiwan, Colômbia, Uruguai, Chile, Rússia e Japão.

Ao todo, 18 empresas brasileiras estarão no pavilhão brasileiro da Cosmoprof Bolonha.

Dados do mercado de cosméticos (fonte: Abihpec): Crescimento em dólares do mercado brasileiro em 2006: 26% | Crescimento estimado do mercado global: 1,2% | Nos últimos cinco anos, as exportações do setor tiveram um crescimento acumulado de 138%, atingindo US$ 484,4 milhões.

No mercado interno, a indústria do setor também registrou bons resultados, com um aumento de 5,6% em volume e 14% em faturamento. Em 2007, a Abihpec estima que o setor cresça aproximadamente 12%.

A indústria da beleza é um dos setores da economia que mais emprega mão-de-obra feminina no país. As oportunidades de trabalho, somando profissionais de beleza, como cabeleireiros, manicures, esteticistas, vendedores em lojas de franquia e revendedores de produtos, se aproximam da casa dos três milhões.

O Brasil ocupa agora a terceira posição no ranking mundial. Em 2005, nosso país já havia desbancado mercados tradicionais, como a Alemanha e a Inglaterra. Agora, com vendas no valor de US$ 18,2 bilhões (preço ao consumidor), superou também o mercado francês, ficando atrás apenas de Japão e EUA.

Dados de mercado da Surya Brasil e da indústria de produtos naturais – A Surya Nature (nome da empresa para o mercado internacional) tem forte presença no mercado natural norte-americano: seus produtos estão nas grandes cadeias de lojas como The Health Nuts, Westerly Market, Rickys NYC e Sunflower Market. Somando as lojas de produtos naturais e as de cosméticos tradicionais, a empresa hoje distribui para 700 pontos de venda, em mais de 30 estados americanos. A empresa conta com brokers (representantes de vendas) em todo o NorthEast, como também no WestCoast.

Além da distribuição pela Surya Nature para as Beauty Supplies, Pharmacies e Variety Stores americanas, há dois grandes distribuidores para as Health Food Stores, com distribuição em âmbito nacional. Em 2006, as vendas nos Estados Unidos aumentaram 35% em comparação a 2005. A marca está se tornando cada vez mais conhecida, tanto pelos distribuidores como pelos consumidores e também tem espaço freqüente em revistas especializadas.

Na França, a linha capilar Amazônia Preciosa é encontrada na Le Printemps, uma luxuosa loja em Paris, grande referência de moda, beleza e cosméticos na França. Na Inglaterra, esta mesma linha é encontrada na Liberty, uma loja de alto padrão em Londres, e os demais produtos da empresa estão em diversas outras lojas. No Brasil, os produtos da Surya Brasil são encontrados em drogaria, perfumarias e supermercados, inclusive nas redes Futurama, Casa Santa Luzia e Carrefour.

Produto-conceito – O Conceito da Surya Brasil define os rumos da empresa e a torna diferente de outras marcas do segmento de cosméticos. Com a união da NATUREZA, da AYURVEDA e da TECNOLOGIA (o trinômio que no qual a empresa se baseia para o desenvolvimento de seus produtos), a empresa conseguiu criar cosméticos com ingredientes naturais e ao mesmo tempo livres de substâncias nocivas ao consumidor e ao meio ambiente — o que é um diferencial na indústria de beleza brasileira. Por isso seus produtos não só apresentam benefícios cosméticos, como também outras qualidades que agregam valores relacionados à preservação do meio ambiente e a um estilo de vida mais saudável e em harmonia com a natureza.

A Surya Brasil é a única empresa brasileira de cosméticos que participa das duas maiores feiras internacionais de produtos naturais nos Estados Unidos – Expo East e Expo West, além das feiras Organic Products (Inglaterra), Panacea (Índia), Cosmeeting (França) e participará em novembro da India Trade Fair — e é associada à Abrapan (Associação Brasileira de Produtos Artesanais, Naturais & Bem Estar) e outras associações internacionais de empresas comprometidas com a produção de cosméticos naturais e responsabilidade ambiental: Safe Cosmetics Campaign, International Association of Natural Product Producers (IANNP) e People for the Ethical Treatment of Animals (PETA). | Surya Brasil – SAC – 3732-3417 (Grande São Paulo) ou 0800 77 07 411 (outras cidades)

Matéria originalmente divulgada no grupo Aromaterapia e Óleos Essenciais