HOJE: Aromaterapia na Oncologia em conversa com especialistas pelo Youtube

Aromaterapia e Oncologia – Vamos conversar?

Quinta, dia 28 de janeiro de 2019, as 20:30.

Via Internet (Youtube ao Vivo – Canal Câncer sem Mitos)

Cristina Paixão e o terapeuta Arnaldo V. Carvalho conversam sobre aromaterapia e óleos essenciais durante o tratamento do câncer e também prevenção. Que benefícios você pode obter com eles? Pode ser usado durante a quimioterapia? Há algum impedimento? Há efeitos colaterais?

O terapeuta Arnaldo V. Carvalho, conta com vinte anos de experiência clínica utilizando óleos essenciais e o sentido olfativo em terapia.

Mais sobre o profissional:

https://arnaldovcarvalho.wordpress.com/eu-terapeuta/
http://www.aromatologia.com.br/

Cristina Paixão é psicóloga, com especialização em psico-oncologia. Fundadora do site Câncer sem Mitos (http://www.cancersemitos.com.br) e do canal no YouTube (Cancer sem Mitos).

Link para o encontro virtual:
http://youtu.be/WBranFPSoss

http://youtu.be/WBranFPSoss

Premissas pessoais na prática da Aromaterapia

Premissas pessoais na prática da Aromaterapia

Por Arnaldo V. Carvalho

Minha aromaterapia, custei a perceber, começou já diferente de muitas outras, porque ela perpassava por uma formação intelectual altamente envolvida com a questão ecológica, ambiental e social, desenvolvida no contato com a natureza e incentivo à autonomia proporcionada pelo escotismo, e se desenvolveu praticamente na mesma época de meu processo de me tornar um naturopata.

Trata-se, pois, da aplicação dos estudos aromatológicos sob o ponto de vista da Natureza. As bases de uma “Aromaterapia Naturopática”. Essa forma de enxergar a utilização do olfato em terapia, por um lado, e dos componentes aromáticos da matéria viva e seus princípios ativos, de outro, tem premissas simples e diretas: precisa ser acessível, real, ecológica, respeitosa e segura.

  • Precisa ser a mais acessível possível

Uma terapia acessível significa que trabalharemos, preferencialmente, com o que está à disposição da pessoa a ser tratada. Óleos e outros produtos terapêuticos caros ou dificílimos de encontrar não estão em nosso escopo, a não ser em raros casos. Para gerar acesso, a Aromaterapia também deve reconsiderar a utilização de plantas vivas, o cultivo terapêutico pelo cliente, e uma utilização mais frequente dos hidrolatos.

  • Precisa ser real (fora do efeito placebo que não é mal, mas foge de nosso interesse)

O efeito placebo é amplamente estudado e funciona de forma bastante significativa. Isso faz com que, às vezes, o remédio errado pareça dar certo, quando é apenas… Sugestão. Nem acho mal que um aroma agradável faça bem pelo efeito placebo. Mas sem dúvidas, o que queremos aqui é utilizar o poder de interação aroma-animal que está por trás dos efeitos terapêuticos de óleos essenciais e demais materiais e estratégias de trabalho com aromaterapia. É preciso coragem para se admitir que, de um lado, o tratamento é mais poderoso que uma simples “terapia de cheirinhos” (placebo), e de outro mais limitada do que apregoam os fanáticos da aromaterapia (há vários, com muitas promessas de resultado que beiram o milagre).

Aromaterapia real envolve, inclusive, uma decodificação acertada dos estudos científicos, tão fartamente disponíveis na Internet. Infelizmente, são quase sempre mal compreendidos pelos leigos. Um exemplo: a constatação experimental de que o ácido láurico (principal ativo do óleo de coco) é um ambiente hostil ao vírus HIV segundo experiência in vitro não deve encher um portador do mesmo vírus de esperanças para além de que há muito o que se estudar e fazer até que se ache (se é que vão achar) alguma viabilidade clínica para essa informação que surgiu do lado de fora do corpo.

  • Precisa ser respeitosa (com o meio ambiente, os animais e as pessoas);

Clientes e terapeutas quase sempre se esquecem do custo de produção do óleo. Não estou me referindo apenas às cifras: me refiro ao custo ambiental. Aromaterapeutas adoram dizer: “é preciso 1-3 toneladas de pétalas para se obter apenas um litro de óleo de rosas!” e coisas parecidas. A conta justifica o preço alto – e também uma suposta “eficiência pela concentração”. Eles não parecem preocupados com a quantidade de solo e recursos utilizados para esse produção, do ponto de vista ecológico. Não estão preocupados com o impacto ambiental que qualquer cultivo em escala produz. Em geral, o consumidor de óleo essencial só pensa no benefício que a planta pode fazer por ele. Nunca pensa no benefício que ele precisa retornar à natureza.

Mas isso não ocorre somente na hora da compra. Também se refere aos modos de uso. O quanto se perde de material em um difusor que aromatizará um ambiente de, digamos, 15m2, quando sua utilização real se dá em 1,5m2 (uma pessoa acamada por exemplo)?

E em relação às doses e utilizações acima do necessário? Se o efeito se dá com duas gotas, porque tomar 3, “só porque é inofensivo”? Se o resultado por inalação acontece, porque eu retiraria gotas de um recipiente inutilmente?

Finalmente, quando teremos empresas apoiando comércio justo, monitorando produções com mão de obra semiescrava, quando teremos o consumidor cobrando informação acerca disso e valorizando os pequenos produtores familiares?

Decisões que dizem respeito à consciência ecológica precisam ser tomadas. É urgente. NÃO À AROMATERAPIA PREDATÓRIA E EGOÍSTA!

  • Precisa ser segura (para quem orienta, produz, se trata, etc.);

Do manejo agrícola com venenos, passando pela qualidade dos destiladores utilizados, chegando a questão das dosagens e modos de uso em aromaterapia, é necessário que a aromaterapia seja segura. Para isso, é preciso consciência na orientação e no uso.

  • Precisa ser compreendida em profundidade por seus profissionais, o que implica em:
    • Relativismo: O que serve para uns nem sempre serve para outros, não há, na natureza, remédio 100% “genérico”. Isso seria “alopatia verde”, baseada em substância.
    • Conhecimento de fisiologia: fundamental para se compreender os mecanismos de ação e reação do corpo, de forma local e sistêmica, incluindo as implicações somatopsiquicas, e neurofísicas.
    • Conhecimento de farmaco e toxocologia (convencional e/ou etno farmacologia): Compreender minimamente a complexidade química envolvida no que será preconizado, os possíveis efeitos no organismo, etc. é item de segurança e facilita a seleção do produto mais seguro, dose, etc. a ser utilizado.
    • Utilização combinada: Aromaterapia muitas vezes é uma parte de um tratamento mais extenso e utiliza outros recursos. Conhecer as melhores combinações para gerar estratégias acertadas é fundamental.
    • Ir além da matéria: Estamos lidando com um campo onde conhecer o ponto de vista químico e físico pode e talvez deva se combinar ao ponto de vista “do invisível”: estamos falando dos aspectos energéticos que ainda estão para ser melhor compreendidos, mas que já são estudados por muitas medicinas tradicionais, e referenciados em livros de etnobotânica, etnofarmacologia.
    • Experiência clínica, não apenas ter ouvido alguém dizer ou lido em um livro. Infelizmente, é aqui que a maioria das pessoas tropeça. Elas afirmam que o “óleo X” é bom para “z” baseado no que leram em um livro ou em um site. E os livros, por sua vez, reproduzem um discurso que não leva em conta contexto, o histórico da pessoa que tratada, etc. O problema não é exatamente não terem a experiência, mas não terem o cabedal necessário para uma leitura crítica do que estudaram. Se basear cegamente em informação que quase sempre está recheada de problemas (do determinismo “vai dar certo” ao comprometimento da fonte de informação com um grupo ou indústria). Faz diferença ter experienciado por longo tempo o que cursos, pessoas e livros dizem, para aos poucos se poder avaliar o que realmente funciona, quando, etc.

Essa é a terapia que preconizo. Faz parte de um todo maior, relacionado à Naturologia que parte do princípio da Vida como Relação. Nessa terapêutica, compreendemos que é preciso encontrar a relação do indivíduo com ele mesmo, com o Outro e com a natureza. Relações saudáveis, indivíduo saudável.

Óleos essenciais e o Agrobusiness

Por Arnaldo V. Carvalho

No ano 2000, a Universidade Federal Fluminense promoveu o I Simpósio de Agropecuária Ecológica e Saúde Humana, o qual participei e tomei contato com diversas linhas de pesquisa que procuravam harmonizar produtividade (leia lucratividade) com qualidade de vida.

No que se refere aos rebanhos bovinos brasileiros, houve alguns trabalhos demonstrando às excelentes alternativas aos antibióticos e piretróides, especialmente no campo da homeopatia. Mas já se fala do uso de óleos essenciais.

Passados quase vinte anos, a indústria tecnológica absorveu completamente o conceito, e aquilo que ainda não é feito por conta da força dos grandes laboratórios farmacêuticos já é oferecido ao gado do agrobusiness. Óleos essenciais, “aromaterapia” para que se dispense o uso de antibióticos convencionais e seus efeitos negativos.

Afirmada como poder, a Aromaterapia passa por uma nova fase, onde seus pesquisadores, técnicos, terapeutas, e usuários, precisam começar a tomar decisões mais conscientes: que campos de cultivo queremos? A quem e ao quê deve se destinar a produção dos óleos essenciais? Qual deve ser o investimento e consumo dos aromáticos autóctones no Brasil?

Leiam:

https://www.diariodoscampos.com.br/noticia/suplementos-nutricionais-de-alta-tecnologia-sao-destaques-da-agroleite-2018

Infelizmente, o Brasil parece mais preocupado em seguir como curral moderno, quando o que talvez precisaríamos era um ambiente preservado e investimento em tecnologia de saúde humana – em todos os sentidos.

A aromaterapia séria precisa fazer parte disso.

Pesquisa comprova eficácia de óleos de orégano e de cravo no combate ao Aedes

Léo Rodrigues – Correspondente da Agência Brasil
PUC/MG desenvolve pesquisa para combate ao Aedes aegypti
PUC/MG desenvolve pesquisa com óleos de orégano e cravo para combate ao Aedes aegyptiLeo Rodrigues/Agência Brasil

Uma pesquisa da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Minas Gerais e da Fundação Ezequiel Dias (Funed) atestou a eficiência do uso dos óleos de orégano e de cravo para matar as larvas do mosquito Aedes aegypti. O próximo passo do estudo será desenvolver a fórmula para um larvicida, que será colocado à disposição do mercado.

Em contato com o criadouro, os óleos matam as larvas em até 24 horas. A pesquisadora Alzira Batista Cecílio espera que até o meio do ano a formulação já esteja pronta para ser apresentada à indústria. “Produto natural não pode ser patenteado. Então, só após a formulação do larvicida, poderemos patentear e iniciar as negociações com as empresas”, afirma.

O estudo é um desdobramento de outra pesquisa mais ampla, que testa o uso de produtos naturais para combater diversos tipos de vírus. “Nesse cenário preocupante em relação ao vírus da dengue, nós decidimos começar a estudar também plantas que pudessem eliminar o vetor”, acrescenta Alzira. Além da dengue, o mosquito Aedes aegypti é o transmissor do vírus Zika e da febre chikungunya.

O orégano e o cravo foram selecionados após análise de mais de 20 plantas. O óleo é extraído com o uso de equipamentos específicos. Por essa razão, não adianta por exemplo colocar folhas de orégano ou cravo nos vasos das plantas.

Neste momento, está sendo feito o estudo fitoquímico, para detalhar a composição química dos óleos. Futuramente, está previsto também o teste desses óleos no combate a outras fases da vida do mosquito, o que pode levar ao desenvolvimento de um inseticida aerosol ou um repelente. A pesquisadora alerta, porém, que esses produtos são apenas ferramentas auxiliares para combater o Aedes. “Eliminar os criadouros continua sendo o ponto chave”, reitera.

Larvicida degradável

Segundo Alzira Cecílio, o objetivo é desenvolver um produto que não contamine o meio ambiente, já que a maioria dos criadouros de larvas está espalhada. Elas podem ter contato com animais e até água voltada para o consumo humano, como por exemplo nas caixas d’água. “Queremos um larvicida que seja degradado rapidamente e não contamine a água, ao mesmo tempo em que tenha boa eficácia. A maioria dos larvicidas usados hoje exige algum cuidado na aplicação e deixa a água com alguma toxicidade”, explica.

No mês passado, uma nota técnica da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) gerou polêmica ao criticar os larvicidas usados atualmente. O governo do Rio Grande do Sul chegou a suspender o uso do Pyriproxifen, ao considerar que o produto poderia estar relacionado à ocorrência de microcefalia em bebês. A própria Abrasco negou que tenha colocado essa possibilidade em questão.

Em entrevista à Agência Brasil, o coordenador do grupo de saúde e ambiente da Abrasco, Marcelo Firpo, explicou que foi um mal-entendido, mas reafirmou que a entidade é contra o uso de agentes químicos na água potável e que danos à saúde decorrentes desses produtos não estão descartados. “Consideramos um contrassenso sanitário, um absurdo a colocação de veneno larvicida na água potável”, disse.

Edição: Graça Adjuto

Curso: Aromaterapia na Massagem e Estética

Aromaterapia direcionada à massagem e estética

Objetivos

  • Preparar o aluno para atuar com óleos essenciais e técnicas relacionadas da aromaterapia no panorama estético, utilizando para isso recursos tradicionais e científico;
  • Contribuir para o crescimento profissional do profissional ao levantar discussão à cerca das funções maiores da área;
  • Permitir ao aluno um aprendizado eficiente de técnicas de massagem e estética associadas à aromaterapia.

Programa

  • Aromaterapia direcionada à massagem e estéticao Bases da Aromaterapia – Definição e histórico – Métodos de extração – Generalidades sobre óleos essenciais – noções da base científica – Como trabalhar com segurança
  • Os 4 pilares da estética: Atividade física, Auto-estima, Alimentação e cuidados corporais
  • Orientação do cliente para o equilíbrio entre esses fatoreso Discussão de temas: Estética x Saúde, Estética x Idade
  • Noções de dermatologia: Anatomia e fisiologia da pele, o Óleos e veículos x absorção pela pele
  • Noções de antropometria: O corpo simetrico e equilibrado e suas implicações na modelagem corporal; Aspectos psicossomáticos aplicados em estética e massagens
  • Massagem com aromaterapia – função, princípios, técnicas e práticas. (OBS: Haverá práticas diversas, inclusive a aplicação direta dos conhecimentos de óleos e massagens).

Curso: Aromaterapia na Visão Energética Oriental

O faro Oriental sobre os óleos essenciais

Da formulação do famoso Tiger Balm à Acupuntura Aromática, curso promove ferramentas úteis aos praticantes de terapias orientais

O Prof. Arnaldo V. Carvalho despontou há mais de uma década como um dos grandes professores de Aromaterapia do país. Tendo se afastado do mercado para dedicar-se a estudos mais profundos sobre o tema, ele agora apresenta uma repaginação de seus conhecimentos, trazendo pela primeira vez ao Brasil a atualização de um curso que somente Portugal havia conhecido.

No curso, dedicado ao viés oriental da utilização de óleos essenciais, prof. discorrerá sobre as técnicas tradicionais mais utilizadas no Brasil: a acupuntura, o shiatsu e a moxabustão, além da utilização dos mesmos óleos associada a ventosaterapia.

Os alunos terão a oportunidade de formular algumas das mais famosas pomadas e óleos medicados da China, como a Tiger Balm, Po su on e Wood Lock. Saberão sobre o desenvolvimento da utilização das plantas medicinais aromáticas no oriente, bem como desvendarão a natureza energética das mesmas.

Próxima data / local: consulte a agenda em nosso site.

Curso Aromaterapia Profissional com Arnaldo V. Carvalho

https://aromatologia.files.wordpress.com/2014/04/17.jpg

Aromaterapia Profissional

Objetivos

  • Trazer aos alunos sólidos conhecimentos aplicáveis à práxis terapêutica, utilizando como fonte as informações científicas mais recentes;
  • Demonstrar e ensinar técnicas terapêuticas que utilizam óleos essenciais, ácidos graxos, e outras matérias-primas e recursos típicos da aromaterapia.

Programa

  • Breve história, panorama e aspectos gerais da aromaterapia;
  • Definição botânica e farmacológica dos óleos essenciais;
  • Base científica do uso de óleos na clínica e psicoclínica;
  • Classificação dos óleos essenciais segundo a família química;
  • Propriedades gerais das famílias químicas;
  • Acidos graxos e funções metabólicas;
  • Características e aplicação de óleos essenciais e ácidos graxos agrupado de acordo com os sistemas orgânicos onde atuam:
  • Sistema imunológico, imunidade e óleos (óleos essenciais e ácidos graxos aplicados na oncologia, imunologia, alergologia, parasitologia, micologia);
  • Participação dos ácidos graxos e óleos essenciais no equilíbrio endócrino;
  • Sistema digestório e óleos essenciais – Tratamento de manifestações dolorosas osteoarticulares com óleos essenciais e ácidos graxos (inflamações decorrentes de reumatismos diversos, fibromialgia, lesões, dores crônicas x dores agudas e outros)
  • Sistema límbico, sistema nervoso e óleos essenciais; psicoaromaterapia: definições, métodos de análise e usos: – O sistema dos 13 de Gümbel
  • Classificação segundo o grupo olfativo
  • Somatotipos e óleos essenciais
  • Óleos essenciais diretamente associados à psicossomática; OBS: Durante o curso são aplicadas dinâmicas e práticas diversas.

Carga Horária 60H

Pré-requisito: Curso Fundamentos de Aromaterapia

Bases da Aromaterapia

Curso Básico de Aromaterapia
Curso teórico-prático sobre óleos essenciais, graxos e tratamentos

Com Arnaldo V. Carvalho*

Aromaterapia, campo de saber multidisciplinar, que abrange conhecimentos de botânica, química, farmacologia, neurociência, conhecimentos tradicionais, fisiologia humana, ecologia, entre outros. Em nosso curso, você aprenderá os principais fundamentos da técnica e poderá beneficiar sua saúde e a de todos em volta com o poder curativo das plantas aromáticas e seus óleos essenciais. Há muitos diferenciais em relação a outros cursos de aromaterapia. Leia os objetivos, conteúdos e diferenciais, e saiba mais sobre esse curso tão especial.

DATAS E HORÁRIOS: 1 e 14 de maio, de 9 às 18H

OBJETIVOS: Trazer as bases fundamentais na compreensão e perfeita utilização de óleos essenciais, ácidos graxos e demais matérias-primas e técnicas da aromaterapia; Fornecer ao aluno um panorama detalhado do mercado e das técnicas associadas; Permitir que o aluno possa produzir com qualidade e segurança produtos de aromaterapia para utilização pessoal ou profissional; Conhecer os principais óleos essenciais e óleos gordos utilizados no mercado europeu e mundial para a prática de aromaterapia, inclusive com sua descrição geral e propriedades terapêuticas.

que-es-aromaterapia.jpgPROGRAMA:

• Bases de Aromaterapia
• Aspectos históricos e panorama mercadológico atual;
• Noções botânicas e farmacológicas;
• Generalidades sobre óleos essenciais e óleos carreadores:
– Formas de extração de óleos
– Características fisico-químicas
– Óleo essencial x essência
– Óleo carreador não refinado x refinado
– Propriedades terapêuticas gerais
• Veículos empregados em aromaterapia;
• Formas de administração terapeutica de óleos;
• Descrição e propriedades específicas de cada um dos óleos estudados no curso (cerca de 50 tipos)
• Lei das sinergias;
• Taxas de Evaporação;
• Contra-indicações;
• Formulações básicas;

OBS: Durante o curso são aplicadas dinâmicas e práticas diversas.

ALGUNS DIFERENCIAIS:

Práticas variadas durante o curso; O aluno leva os produtos que confecciona; O professor não está comprometido com nenhuma empresa de aromaterapia, e assim tem liberdade de indicar diversas linhas; O professor tem formação em naturopatia e estuda a aromaterapia desde 1993; Conhecerá o desenvolvimento da Aromaterapia Profunda, onde se pode enxergar a aromaterapia de maneira sustentável, transpessoal e ligada a uma rede de cuidados com a saúde muito especial.

Inclui rica apostila e óleos essenciais e carreadores que serão usados em experiências na confecção artesanal de produtos (o material confeccionado fica com o aluno).

Próximas turmas e locais, veja nossa Agenda

Portugal lança óleo de cozinha com óleos essenciais

Novo Fula reduz o cheiro a fritos

Para quem ama os fritos mas odeia o cheiro

A nova fórmula de Fula foi enriquecida com óleos essenciais de ervas aromáticas e promete reduzir a cheiro a fritos.

O novo Fula foi testado por cerca de 300 consumidoras e 9 em cada 10 consideraram que é eficaz a evitar o cheiro a fritos em casa, assegura a marca.

Saiba mais: http://www.fula.pt/PT/Homepage/Homepage.aspx

Quando será que teremos esse tipo de maravilha no Brasil?

Universidade em Portugal lança pós e mestrado ligados a óleos essenciais

Pós-Graduação em Produção de Óleos Essenciais, Aromas e Corantes e suas Aplicações Industriais
Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias

Voltado especialmente para químicos,

Apresentação do Curso

Esta Pós-Graduação pretende formar profissionais competentes com elevada experiência laboratorial na produção de óleos essenciais, aromas e corantes e suas aplicações aos setores industriais, particularmente na área dos cosméticos, perfumes e alimentar. Este curso, inovador a nível nacional, assume maior atualidade face à escassez de óleos essenciais (matéria prima atualmente importada), amplamente sentidas na indústria de cosméticos em Portugal e à falta de profissionais competentes nesta área.

A Pós-Graduação visa promover a aquisição de competências essencialmente práticas das novas tecnologias de produção de matérias-primas (extracção de óleos essenciais a partir de plantas tipicamente nacionais, e corantes e aromas por via sintética). O plano curricular deste curso oferece uma abordagem interdisciplinar e complementar da Biologia, Farmácia, Biotecnologia e Química, destinando-se a alunos licenciados nestas áreas que pretendam adquirir conhecimentos que lhe permitam enfrentar os desafios tecnológicos da indústria cosmética e alimentar.

Objetivos

Os objetivos globais são de preparar profissionais com conhecimentos e capacidades práticas profundas em técnicas de extracção e ferramentas de produção em óleos essenciais a partir de plantas terrestres e marinhas e suas aplicações nas áreas de cosméticos, perfumes, alimentar e por outro lado fornecer uma visão inovadora de conjunto, multidisciplinar que insira a vertente Química/biotecnologia/biologia marinha, váriante única em Portugal.

Competências

  • Capacidade de manipular e produzir óleos essenciais naturais, aromas, corantes a partir de plantas, algas, fauna marinha e também por via sintética e suas aplicações industriais.
  • Capacidade de executar tecnologias tradicionais e inovadoras de extracção de produtos naturais, nomeadamente a extracção super-crítica.
  • Capacidade de manipular instrumentação específica na área de caracterização de produtos naturais e executar métodos específicos em análise sensorial e toxicologia geral.
  • Capacidade de desenvolver investigação de forma autónoma.

Destinatários e Saídas Profissionais

O plano curricular deste curso, com alta componente prática, destina-se a alunos licenciados nas áreas de Química , Biotecnologia, Farmácia e Biologia que pretendam adquirir conhecimentos e experiência prática que lhe permitam enfrentar os desafios tecnológicos da indústria cosmética, perfumes e alimentar.

Por outro lado, esta Pós-Graduação destina-se também a actuais técnicos permitindo melhorar as suas aptidões e competências e completar, aprofundar e aperfeiçoar seus conhecimentos teóricos e práticos sobre as novas tecnologias de produção numa perspectiva de aplicação integrada do mercado.

Equipamentos e Instalações

A Universidade Lusófona, possui instalações que, em extensão, qualidade e quantidade cumprem e excedem todos os requisitos elencáveis como necessários para assegurar a qualidade pedagógica, científica, administrativa e material (vários laboratórios equipados com espectrofotómetros de UV-Vis e infravermelho, HPLC para o desenvolvimento de actividades quer pedagógicas quer de investigação). A ULHT tem um laboratório de investigação equipado em extracções traditionais e super-crítica. A Empresa produtora de Cosméticos Naturais Elisa Câmara possui as instalações necessárias para produção de cosméticos.

Horários

As aulas decorrem em horário pós-laboral às Quintas e Sextas-Feiras das 18h as 22h e aos Sábados das 9h30 ás 13h30.

Ligação do Ciclo de Estudos à Atividade de Investigação

Os docentes estão integrados em diversos centros de investigação em áreas que poderão permitir a integração de alguns alunos nomeadamente, a Unidade de Investigação do Centro Estrutural do IST (Instituto Superior Técnico), a Unidade de Investigação do CQF da Universidade Nova de Lisboa, a Unidade de investigação do ITQB. A unidade de investigação da ULHT e IST (CEQB) investigação no domínio da extracção supercrítica. A Empresa produtora de Cosméticos Naturais Elisa Câmara poderá permitir desenvolver investigação na área dos cosméticos.

Unidade Curricular ECTS
Extracção e Purificação de Produtos Naturais 5
Técnicas de caracterização 5
Produtos Naturais, aromas e corantes 5
Produção industrial 5
Análise sensorial 5
Toxicologia geral 5
Total 30

http://www.ulusofona.pt/

2º Ciclo – Mestrado em Química dos Óleos Essenciais

Duração / Grau / ECTS

2 Anos (4 semestres) / 2º Ciclo (Mestrado) / 120 ECTS

Diretora

Adília Charmier

Coordenadora

Lina Lopes

Secretariado

António Sanches

Apresentação do Curso

Este Mestrado pretende formar profissionais competentes com conhecimentos teóricos avançados e elevada experiência laboratorial na produção de óleos essenciais, aromas e corantes, óleos marinhos e suas aplicações aos sectores industriais, particularmente nas áreas dos cosméticos, perfumes, alimentar e biocombustíveis onde serão realizados os estágios.

Esta vertente, inovadora a nível nacional, assume maior actualidade face à escassez de óleos (matéria prima actualmente importada), amplamente sentidas na indústria em Portugal e à falta de profissionais competentes e qualificados nesta área. Este Mestrado visa promover a aquisição de competências de novas tecnologias de produção de matérias-primas (óleos a partir de plantas ou algas tipicamente nacionais, e corantes e aromas por via sintética, por extracções tradicionais e extracção super-crítica) e oferece uma abordagem interdisciplinar e complementar nas áreas da Biologia, Farmácia, Biotecnologia, Ciências do Mar e Química, que visa explorar a vertente experimental de cada área e a possibilidade de aplicação na indústria destinando-se a alunos licenciados nestas áreas que pretendam adquirir conhecimentos que lhe permitam enfrentar os desafios tecnológicos que hoje se impõem e encarar as questões de produtividade com qualidade no mercado.

O ensino superior terá de suprir estas exigências, propondo formação com alta componente prática, sendo exactamente esse o objectivo a prosseguir por este 2º Ciclo. É neste contexto que surge a proposta do Mestrado em Química dos Óleos essenciais.

Objetivos

Os objetivos específicos da especialização do Mestrado em Química dos Óleos Essenciais são:

  • Desenvolvimento da capacidade de produzir óleos essenciais, corantes e aromas a partir de plantas nacionais como matéria-prima, a concepção do produto final e suas aplicações industriais tendo em consideração factores ecológicos (valorização dos subproductos), económicos, tecnológicos e legais.
  • Fornecer uma visão de conjunto, multidisciplinar, que, posteriormente, permita adquirir uma especialização numa área de conhecimento restrita.
  • Desenvolvimento da capacidade de extrair, de caracterizar novos produtos naturais e sintéticos e direccionar as acções para tecnologias inovadoras, estabelecer metas de melhoria da qualidade e dirigir operações no sentido de atingir essas metas, em conformidade com a legislação em vigor.
  • Formação adequada que permita a participação em acções com impacte ao nível de análise, controle qualidade e toxicologia em geral.
  • Desenvolvimento da capacidade de produzir óleos marinhos a partir de algas e fauna marinha como matéria-prima, a conceção do produto final e suas aplicações industriais (energias renováveis, cosméticos, alimentar…).
  • Constituir a base de desenvolvimentos e aplicações originais, nomeadamente em contexto de investigação nas áreas de cosméticos, biocombustíveis e alimentar de forma a prosseguir estudos em níveis mais avançados, incluindo um 3º ciclo.

Competências

  • Capacidade de manipular e produzir óleos essenciais naturais, aromas, corantes a partir de plantas, algas, fauna marinha e também por via sintética e suas aplicações industriais.
  • Capacidade de executar tecnologias tradicionais e inovadoras de extracção de produtos naturais, nomeadamente a extracção super-crítica.
  • Capacidade de manipular instrumentação específica na área de caracterização de produtos naturais e executar métodos específicos em análise sensorial e toxicologia geral.
  • Capacidade de desenvolver investigação de forma autónoma nas áreas de preparação e manipulação de óleos essenciais, corantes, aromas e suas aplicações na indústria.

Dissertação

O estágio curricular que ocorre no 2º ano irá decorrer, a escolha do aluno, ou na indústria ou num laboratório de investigação. A participação dos docentes em projetos de investigação integrados em várias instituições (ULHT, ITQB, IST, CEBQ, IDMEC) garante por um lado que estes se encontram envolvidos em investigação de ponta atual e por outro lado facilita a integração dos mestrados nesses mesmos programas. A Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias está a finalizar Protocolos com terceiros para o desenvolvimento de projectos nas áreas de especializações. Nomeadamente um acordo de colaboração com a Empresa produtora de Cosméticos Naturais Elisa Câmara (Lisboa), com uma Empresa de Cosméticos em Bordeaux (França), com diversas Empresas Alimentares ( a Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias encontra-se dotada de um Projeto Piloto na área da Indústria Alimentar onde é feita a produção de cerveja…) e com Empresas produtoras de Biocombustíveis.

Saídas Profissionais / Estudos Futuros

Este Mestrado permite realizar um estágio de um ano em empresas nacionais e internacionais/ ou laboratórios de investigação dando oportunidade de potencial integração no mercado de trabalho. O plano curricular deste curso, com alta componente prática oferece uma abordagem interdisciplinar e complementar da Biologia, Farmácia, Biotecnologia e Química permitindo adquirir conhecimentos e experiência prática o que permitará integrar e enfrentar os desafios tecnológicos de várias áreas da indústria. O estágio do Mestrado que será realizado em várias indústrias ou laboratórios de investigação nas diversas Universidades irá permitir integração dos alunos num 3º ciclo na área escolhida.

Equipamentos e Instalações

A ULHT está equipada de :

  • Uma linha de investigação em extracção-super-crítica.
  • Um Projeto Piloto na área da Indústria AlimentarUm laboratório de Cosméticos.
  • Equipamentos de Análise (UV/visivel, espectrofotómetros, HPLC, IV…)

Docentes

O corpo docente, afecto ao Mestrado de Química dos Óléos Essenciais encontra-se envolvido em diversas atividades de investigação nomeadamente projetos internacionais/nacionais financiados e/ou estão ligados a várias empresas das diversas áreas propostas no Mestrado. Vários especialistas e profissionais serão convidados e participarão apresentando seminários e conferências.

Docentes // <![CDATA[

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Plano de Estudos

Plano de Estudos (de acordo com o Despacho n.º 15573/2009 – D.R., 2.ª série, n.º 130, de 8 de Julho de 2009)
Unidade Curricular ECTS
Extracção e Purificação de Produtos Naturais. 5
Técnicas de Caracterização 5
Produtos Naturais, Aromas, Corantes 5
Química Electroanalítica 5
Química dos Alimentos 5
Resíduos Industriais 6
Toxicologia 5
Análises Químicas 4
Produção Industrial 5
Análise Sensorial 5
Opção 5
Opção 5
Dissertação/Projeto/Estágio 60
Tags: (2º Ciclo) Mestrados