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Pelo SUS, povo, médicos e especialistas se unem para obter destilador público de óleos essenciais!

Que excelente notícia! No Distrito Federal, uma iniciativa maravilhosa que juntou população com os médicos de um posto de saúde plantou aromáticas, obteve um destilador de óleos essenciais e já está em andamento, proporcionando uma alternativa barata e saudável de tratamento para uma série de questões.

PARABÉNS A TODOS OS ENVOLVIDOS! Fonte: https://agenciabrasilia.df.gov.br/2019/10/25/ubs-do-lago-norte-realiza-primeira-destilacao-de-oleo-essencial-do-df/

Incorporação de óleos essenciais em tecidos: tudo de bom! (a princípio)

Por Arnaldo V. Carvalho*

Aqui está um link dentre outros, anunciando a aplicação de óleos essenciaiss em tecidos:

https://olhardigital.com.br/noticia/tecido-inteligente-libera-odor-agradavel-quando-usuario-transpira/88687

É verdade que alguns métodos (como utilizar proteína extraída de nariz de porco) ainda não são bacanas. Mas a presença crescente de tecidos inteligentes que incorporam óleos essenciais aponta para algo que pode se tornar tendência e trazer uma nova definição de roupa e de “odorificação social”.

Embora a indústria por enquanto pareça estar focada no “desaparecimento do mau odor”, o fato é que a liberação de odores por uma roupa pode produzir efeito sobre quem veste e sobre quem está em contato com quem veste.

Dentro disto, é bom trazermos à lembrança quee roupas possuem funções sociais de alta importância e impacto. Embora tal discussão ultrapasse a proposta deste blog, o fato é que seu apelo sempre foi relacionado a visão (cores, cortes, padronagens, etc.) e ao tato (tato, texturas, etc.). As roupas e adornos figuram entre as primeiras máscaras do ser humano, e com a incorporação de aromas, podemos fazer muitas perguntas sobre o novo impacto delas na vida humana. Por exemplo:

– Se os óleos essenciais influenciam a psique, é possível que a indução a estados mentais mais relaxados possa, no mascarar de situações reais de tensão, reduzir também as atitudes de resistência contra o que as origina?

– O design das roupas será influenciado pelos aromas que elas carregarem?

– Uma reduzida variedade aromática, a despeito da grande variedade de roupas na atualidade poderá contribuir para a homogeneização das pessoas?

– Os fabricantes lançarão seus produtos com objetivos secundários e silenciosos para além de uma preocupação com a desodorização?

– Se o consumo de roupas aromáticas em algum momento se consolida e se massifica, qual é o impacto disso em termos ecológicos, visto que os óleos essenciais precisam ser extraídos de plantas que muitas vezes precisam ser arrancadas ou cortadas inteiramente, e sua extração nem sempre é rentosa?

– Em algum tempo as roupas aromáticas receberão essências sintéticas no lugar de óleos essenciais? O potencial alergênico disperso nos ambientes pelo trânsito das pessoas vestindo roupas aromáticas poderá ser amplificados? Há chance dessa “roupa aromatizada artificialmente” baratear custos e ter como destino o pobre, que será o mais afetado pelos problemas de saúde que um eventual aroma com potencial alergênico poderia causar? Em termos mais amplos, as roupas aromáticas e sua qualidade serão mais um elemento segregador/extratificante, seguindo a lógica das coisas do mundo tal como ela opera nos dias de hoje?

Finalmente, uma última pergunta: será que os proponentes dessa ideia (que sigo achando brilhante) estão preocupados com perguntas como essa ?

* * *

* Arnaldo V. Carvalho estuda óleos essenciais, a mente e o mundo olfativo desde 1994. Na contracorrente comercial da Aromaterapia, defende acesso democrático e consumo responsável nesta área.

Premissas pessoais na prática da Aromaterapia

Premissas pessoais na prática da Aromaterapia

Por Arnaldo V. Carvalho

Minha aromaterapia, custei a perceber, começou já diferente de muitas outras, porque ela perpassava por uma formação intelectual altamente envolvida com a questão ecológica, ambiental e social, desenvolvida no contato com a natureza e incentivo à autonomia proporcionada pelo escotismo, e se desenvolveu praticamente na mesma época de meu processo de me tornar um naturopata.

Trata-se, pois, da aplicação dos estudos aromatológicos sob o ponto de vista da Natureza. As bases de uma “Aromaterapia Naturopática”. Essa forma de enxergar a utilização do olfato em terapia, por um lado, e dos componentes aromáticos da matéria viva e seus princípios ativos, de outro, tem premissas simples e diretas: precisa ser acessível, real, ecológica, respeitosa e segura.

  • Precisa ser a mais acessível possível

Uma terapia acessível significa que trabalharemos, preferencialmente, com o que está à disposição da pessoa a ser tratada. Óleos e outros produtos terapêuticos caros ou dificílimos de encontrar não estão em nosso escopo, a não ser em raros casos. Para gerar acesso, a Aromaterapia também deve reconsiderar a utilização de plantas vivas, o cultivo terapêutico pelo cliente, e uma utilização mais frequente dos hidrolatos.

  • Precisa ser real (fora do efeito placebo que não é mal, mas foge de nosso interesse)

O efeito placebo é amplamente estudado e funciona de forma bastante significativa. Isso faz com que, às vezes, o remédio errado pareça dar certo, quando é apenas… Sugestão. Nem acho mal que um aroma agradável faça bem pelo efeito placebo. Mas sem dúvidas, o que queremos aqui é utilizar o poder de interação aroma-animal que está por trás dos efeitos terapêuticos de óleos essenciais e demais materiais e estratégias de trabalho com aromaterapia. É preciso coragem para se admitir que, de um lado, o tratamento é mais poderoso que uma simples “terapia de cheirinhos” (placebo), e de outro mais limitada do que apregoam os fanáticos da aromaterapia (há vários, com muitas promessas de resultado que beiram o milagre).

Aromaterapia real envolve, inclusive, uma decodificação acertada dos estudos científicos, tão fartamente disponíveis na Internet. Infelizmente, são quase sempre mal compreendidos pelos leigos. Um exemplo: a constatação experimental de que o ácido láurico (principal ativo do óleo de coco) é um ambiente hostil ao vírus HIV segundo experiência in vitro não deve encher um portador do mesmo vírus de esperanças para além de que há muito o que se estudar e fazer até que se ache (se é que vão achar) alguma viabilidade clínica para essa informação que surgiu do lado de fora do corpo.

  • Precisa ser respeitosa (com o meio ambiente, os animais e as pessoas);

Clientes e terapeutas quase sempre se esquecem do custo de produção do óleo. Não estou me referindo apenas às cifras: me refiro ao custo ambiental. Aromaterapeutas adoram dizer: “é preciso 1-3 toneladas de pétalas para se obter apenas um litro de óleo de rosas!” e coisas parecidas. A conta justifica o preço alto – e também uma suposta “eficiência pela concentração”. Eles não parecem preocupados com a quantidade de solo e recursos utilizados para esse produção, do ponto de vista ecológico. Não estão preocupados com o impacto ambiental que qualquer cultivo em escala produz. Em geral, o consumidor de óleo essencial só pensa no benefício que a planta pode fazer por ele. Nunca pensa no benefício que ele precisa retornar à natureza.

Mas isso não ocorre somente na hora da compra. Também se refere aos modos de uso. O quanto se perde de material em um difusor que aromatizará um ambiente de, digamos, 15m2, quando sua utilização real se dá em 1,5m2 (uma pessoa acamada por exemplo)?

E em relação às doses e utilizações acima do necessário? Se o efeito se dá com duas gotas, porque tomar 3, “só porque é inofensivo”? Se o resultado por inalação acontece, porque eu retiraria gotas de um recipiente inutilmente?

Finalmente, quando teremos empresas apoiando comércio justo, monitorando produções com mão de obra semiescrava, quando teremos o consumidor cobrando informação acerca disso e valorizando os pequenos produtores familiares?

Decisões que dizem respeito à consciência ecológica precisam ser tomadas. É urgente. NÃO À AROMATERAPIA PREDATÓRIA E EGOÍSTA!

  • Precisa ser segura (para quem orienta, produz, se trata, etc.);

Do manejo agrícola com venenos, passando pela qualidade dos destiladores utilizados, chegando a questão das dosagens e modos de uso em aromaterapia, é necessário que a aromaterapia seja segura. Para isso, é preciso consciência na orientação e no uso.

  • Precisa ser compreendida em profundidade por seus profissionais, o que implica em:
    • Relativismo: O que serve para uns nem sempre serve para outros, não há, na natureza, remédio 100% “genérico”. Isso seria “alopatia verde”, baseada em substância.
    • Conhecimento de fisiologia: fundamental para se compreender os mecanismos de ação e reação do corpo, de forma local e sistêmica, incluindo as implicações somatopsiquicas, e neurofísicas.
    • Conhecimento de farmaco e toxocologia (convencional e/ou etno farmacologia): Compreender minimamente a complexidade química envolvida no que será preconizado, os possíveis efeitos no organismo, etc. é item de segurança e facilita a seleção do produto mais seguro, dose, etc. a ser utilizado.
    • Utilização combinada: Aromaterapia muitas vezes é uma parte de um tratamento mais extenso e utiliza outros recursos. Conhecer as melhores combinações para gerar estratégias acertadas é fundamental.
    • Ir além da matéria: Estamos lidando com um campo onde conhecer o ponto de vista químico e físico pode e talvez deva se combinar ao ponto de vista “do invisível”: estamos falando dos aspectos energéticos que ainda estão para ser melhor compreendidos, mas que já são estudados por muitas medicinas tradicionais, e referenciados em livros de etnobotânica, etnofarmacologia.
    • Experiência clínica, não apenas ter ouvido alguém dizer ou lido em um livro. Infelizmente, é aqui que a maioria das pessoas tropeça. Elas afirmam que o “óleo X” é bom para “z” baseado no que leram em um livro ou em um site. E os livros, por sua vez, reproduzem um discurso que não leva em conta contexto, o histórico da pessoa que tratada, etc. O problema não é exatamente não terem a experiência, mas não terem o cabedal necessário para uma leitura crítica do que estudaram. Se basear cegamente em informação que quase sempre está recheada de problemas (do determinismo “vai dar certo” ao comprometimento da fonte de informação com um grupo ou indústria). Faz diferença ter experienciado por longo tempo o que cursos, pessoas e livros dizem, para aos poucos se poder avaliar o que realmente funciona, quando, etc.

Essa é a terapia que preconizo. Faz parte de um todo maior, relacionado à Naturologia que parte do princípio da Vida como Relação. Nessa terapêutica, compreendemos que é preciso encontrar a relação do indivíduo com ele mesmo, com o Outro e com a natureza. Relações saudáveis, indivíduo saudável.

Curso: Aromaterapia na Massagem e Estética

Aromaterapia direcionada à massagem e estética

Objetivos

  • Preparar o aluno para atuar com óleos essenciais e técnicas relacionadas da aromaterapia no panorama estético, utilizando para isso recursos tradicionais e científico;
  • Contribuir para o crescimento profissional do profissional ao levantar discussão à cerca das funções maiores da área;
  • Permitir ao aluno um aprendizado eficiente de técnicas de massagem e estética associadas à aromaterapia.

Programa

  • Aromaterapia direcionada à massagem e estéticao Bases da Aromaterapia – Definição e histórico – Métodos de extração – Generalidades sobre óleos essenciais – noções da base científica – Como trabalhar com segurança
  • Os 4 pilares da estética: Atividade física, Auto-estima, Alimentação e cuidados corporais
  • Orientação do cliente para o equilíbrio entre esses fatoreso Discussão de temas: Estética x Saúde, Estética x Idade
  • Noções de dermatologia: Anatomia e fisiologia da pele, o Óleos e veículos x absorção pela pele
  • Noções de antropometria: O corpo simetrico e equilibrado e suas implicações na modelagem corporal; Aspectos psicossomáticos aplicados em estética e massagens
  • Massagem com aromaterapia – função, princípios, técnicas e práticas. (OBS: Haverá práticas diversas, inclusive a aplicação direta dos conhecimentos de óleos e massagens).

Curso: Aromaterapia na Visão Energética Oriental

O faro Oriental sobre os óleos essenciais

Da formulação do famoso Tiger Balm à Acupuntura Aromática, curso promove ferramentas úteis aos praticantes de terapias orientais

O Prof. Arnaldo V. Carvalho despontou há mais de uma década como um dos grandes professores de Aromaterapia do país. Tendo se afastado do mercado para dedicar-se a estudos mais profundos sobre o tema, ele agora apresenta uma repaginação de seus conhecimentos, trazendo pela primeira vez ao Brasil a atualização de um curso que somente Portugal havia conhecido.

No curso, dedicado ao viés oriental da utilização de óleos essenciais, prof. discorrerá sobre as técnicas tradicionais mais utilizadas no Brasil: a acupuntura, o shiatsu e a moxabustão, além da utilização dos mesmos óleos associada a ventosaterapia.

Os alunos terão a oportunidade de formular algumas das mais famosas pomadas e óleos medicados da China, como a Tiger Balm, Po su on e Wood Lock. Saberão sobre o desenvolvimento da utilização das plantas medicinais aromáticas no oriente, bem como desvendarão a natureza energética das mesmas.

Próxima data / local: consulte a agenda em nosso site.

Curso Aromaterapia Profissional com Arnaldo V. Carvalho

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Aromaterapia Profissional

Objetivos

  • Trazer aos alunos sólidos conhecimentos aplicáveis à práxis terapêutica, utilizando como fonte as informações científicas mais recentes;
  • Demonstrar e ensinar técnicas terapêuticas que utilizam óleos essenciais, ácidos graxos, e outras matérias-primas e recursos típicos da aromaterapia.

Programa

  • Breve história, panorama e aspectos gerais da aromaterapia;
  • Definição botânica e farmacológica dos óleos essenciais;
  • Base científica do uso de óleos na clínica e psicoclínica;
  • Classificação dos óleos essenciais segundo a família química;
  • Propriedades gerais das famílias químicas;
  • Acidos graxos e funções metabólicas;
  • Características e aplicação de óleos essenciais e ácidos graxos agrupado de acordo com os sistemas orgânicos onde atuam:
  • Sistema imunológico, imunidade e óleos (óleos essenciais e ácidos graxos aplicados na oncologia, imunologia, alergologia, parasitologia, micologia);
  • Participação dos ácidos graxos e óleos essenciais no equilíbrio endócrino;
  • Sistema digestório e óleos essenciais – Tratamento de manifestações dolorosas osteoarticulares com óleos essenciais e ácidos graxos (inflamações decorrentes de reumatismos diversos, fibromialgia, lesões, dores crônicas x dores agudas e outros)
  • Sistema límbico, sistema nervoso e óleos essenciais; psicoaromaterapia: definições, métodos de análise e usos: – O sistema dos 13 de Gümbel
  • Classificação segundo o grupo olfativo
  • Somatotipos e óleos essenciais
  • Óleos essenciais diretamente associados à psicossomática; OBS: Durante o curso são aplicadas dinâmicas e práticas diversas.

Carga Horária 60H

Pré-requisito: Curso Fundamentos de Aromaterapia

Bases da Aromaterapia

Curso Básico de Aromaterapia
Curso teórico-prático sobre óleos essenciais, graxos e tratamentos

Com Arnaldo V. Carvalho*

Aromaterapia, campo de saber multidisciplinar, que abrange conhecimentos de botânica, química, farmacologia, neurociência, conhecimentos tradicionais, fisiologia humana, ecologia, entre outros. Em nosso curso, você aprenderá os principais fundamentos da técnica e poderá beneficiar sua saúde e a de todos em volta com o poder curativo das plantas aromáticas e seus óleos essenciais. Há muitos diferenciais em relação a outros cursos de aromaterapia. Leia os objetivos, conteúdos e diferenciais, e saiba mais sobre esse curso tão especial.

DATAS E HORÁRIOS: 1 e 14 de maio, de 9 às 18H

OBJETIVOS: Trazer as bases fundamentais na compreensão e perfeita utilização de óleos essenciais, ácidos graxos e demais matérias-primas e técnicas da aromaterapia; Fornecer ao aluno um panorama detalhado do mercado e das técnicas associadas; Permitir que o aluno possa produzir com qualidade e segurança produtos de aromaterapia para utilização pessoal ou profissional; Conhecer os principais óleos essenciais e óleos gordos utilizados no mercado europeu e mundial para a prática de aromaterapia, inclusive com sua descrição geral e propriedades terapêuticas.

que-es-aromaterapia.jpgPROGRAMA:

• Bases de Aromaterapia
• Aspectos históricos e panorama mercadológico atual;
• Noções botânicas e farmacológicas;
• Generalidades sobre óleos essenciais e óleos carreadores:
– Formas de extração de óleos
– Características fisico-químicas
– Óleo essencial x essência
– Óleo carreador não refinado x refinado
– Propriedades terapêuticas gerais
• Veículos empregados em aromaterapia;
• Formas de administração terapeutica de óleos;
• Descrição e propriedades específicas de cada um dos óleos estudados no curso (cerca de 50 tipos)
• Lei das sinergias;
• Taxas de Evaporação;
• Contra-indicações;
• Formulações básicas;

OBS: Durante o curso são aplicadas dinâmicas e práticas diversas.

ALGUNS DIFERENCIAIS:

Práticas variadas durante o curso; O aluno leva os produtos que confecciona; O professor não está comprometido com nenhuma empresa de aromaterapia, e assim tem liberdade de indicar diversas linhas; O professor tem formação em naturopatia e estuda a aromaterapia desde 1993; Conhecerá o desenvolvimento da Aromaterapia Profunda, onde se pode enxergar a aromaterapia de maneira sustentável, transpessoal e ligada a uma rede de cuidados com a saúde muito especial.

Inclui rica apostila e óleos essenciais e carreadores que serão usados em experiências na confecção artesanal de produtos (o material confeccionado fica com o aluno).

Próximas turmas e locais, veja nossa Agenda

Classificações da Perfumaria

https://i0.wp.com/blog.superwinkel.nl/wp-content/uploads/Parfum-Concentratie-2.jpg

A indústria de perfumaria classifica os perfumes de acordo com o percentual de óleo essencial (ou essência sintética, ou ainda uma combinação) utilizado em sua composição.

Os nomes são dados de acordo com o nível de concentração da essência no perfume, que será preservada através do uso de substâncias fixadoras (naturais ou sintéticas). Os bons perfumes utilizarão como essência os óleos essenciais (obtidos da destilação de plantas aromáticas), que são altamente voláteis, daí tal necessidade. Conheça as características do perfume verdadeiro e suas versões diluídas eau de parfum, eau de toilette e eau de cologne.

Perfume: A fragrância conhecida pelo termo original francês (parfum) possui entre 18% e 35% de essência. Seu poder de fixação na pele é grande, podendo durar de 8 a 24 horas, conforme a qualidade da fragrância e o caminho olfativo. Os melhores perfumes utilizam óleos essenciais naturais, e por ser uma matéria prima nobre, podem tornar-se mais caros do que os que utilizam essências sintéticas. Por outro lado, possuem efeitos reais sobre a psique de quem os cheira. Não foi a toa que a Aromaterapia foi criada por um químico ligado a indústria de perfumes!

Eau de Parfum: Sub-produto do perfume propriamente dito, é diluído em maior quantidade de água (daí o “eau”, água em francês), apresentando concentração de essência entre 12% a 18%, o que pode representar uma percepção de seu aroma por até 10 horas.

Eau de Toilette: caracterizado por uma fragrância mais discreta, apresenta índices de concentração entre 8% e 10% e tempo de fixação de até 8 horas. Muitos considerarão o Eau de Toilette como uma escolha adequada para lugares úmidos, de ambiente pesado, que pode tornar perfumes mais concentrados um tanto quanto exagerados dependendo é claro da dose utilizada.

Eau de Cologne ou Desodorante Colônia: possui baixa concentração de essências, 5% no máximo. No Brasil, criou-se uma terminologia própria para essas fragrâncias: deo colônia ou desodorante colônia. De fato possui uma concentração de óleo essencial e álcool que pode atuar como desodorante, agindo contra os germes que transformam o suor humano e liberam mau odor. Sendo mais leve e mais barato, é comum o seu uso diário.

Arnaldo V. Carvalho, Aromaterapeuta.

Uma agradável surpresa na Alemanha

Por Ary Bon

Acabo de voltar de Dusseldorf e Colonia = Köln

A tradicional casa 4711, que “inventou” a água de colonia, se reinventou com uma linha de perfumes e artigos de banho “acqua-colonia” com aromas naturais de óleos essenciiais.
O melhor de tudo…,
(1) preços na casa da metade do que os perfumes “de marca” oferecidos nas perfumarias, free shops, etc. (paguei 30 euros por vidro) … e
(2) aromas são realmente naturais, porque a coisa sintética me faz espirrar direto.

Esta “onda natural” na perfumaria estética já vem ocorrendo há algum tempo com a Occitane, Roger Gallet e outras.
Estou falando da perfumaria estética em contraposição à, digamos, “terapêutica”, e uma sem prejuízo da outra.

Não é comercial não, comprei dois deles para mim mesmo e são muito bons..
Sabores (todos interessantes, características bem diferentes em cada um)

  • Laranja amarga /mangericão
  • Ruibarbo /sálvia
  • Limão /gengibre
  • Melissa /verbena
  • Junípero /orégano
  • Lavanda /tomilho
  • Vetiver /bergamota
  • Vinho branco

http://www.acqua-colonia.com/
http://www.4711.com

https://i1.wp.com/www.lovodor.com/Uploadfile/perfume/nd/nd.5827.jpg

Universidade de Lisboa promove simpósio internacional de óleos essenciais (inglês)

43rd International Symposium on Essential Oils
ISEO2012 – Registration and Abstract Submission is now available
5 – 8 September 2012

Lisboa, Portugal

We are happy to announce that ISEO2012 Registration<http://iseo2012.fc.ul.pt/registration.html> and Abstract Submission<http://iseo2012.fc.ul.pt/abstract.html> system is now available.

We are expecting great abstracts from around the world for oral / poster presentations related to essential oils and volatile compounds. This is an excellent opportunity to present your latest research in this field and network with your colleagues.

ISEO2012 will feature plenary sessions, oral presentations, poster sessions and a special session will be devoted to Young Scientists Symposium<http://iseo2012.fc.ul.pt/scientific-program.html>.

We look forward to hosting you at the Faculty of Sciences of the University of Lisbon, Portugal, 5-8 September 2012.

The Second Announcement and Call for Contributions can be downloaded here<http://iseo2012.fc.ul.pt/pdf/Segunda_Circular_pdf.pdf>.

More details can be found in ISEO2012 web page: http://iseo2012.fc.ul.pt/

The Organizing Committee

Contacts

iseo2012@fc.ul.pt<mailto:iseo2012@fc.ul.pt>

Faculdade Ciências de Lisboa

Centro de Biotecnologia Vegetal, IBB

Departamento de Biologia Vegetal

C2, Piso 1, Campo Grande 1749-016 Lisboa, Portugal

Tel.: +351217500257  |  FAX: +351217500048

Secretariat Address

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Cristina Vicente / Cidália Pacheco

Rua Augusto Macedo, 12-D Escritório 2

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Tel.: 351217120778 / 79 / 80  |  Fax: +351217120204