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Canela, a rainha dos Aldeídos

CANELA – Colesterol, Diabetes, Plaquetas, Anti-fungica, etc.


Canela,  pauzinho cheiroso presente em diversas receitas culinárias é a casca de uma poderosa planta medicinal, graças as substâncias concentradas em seu óleo essencial.

Ação anticoagulante

O cinamaldeído (também denominado aldeído cinâmico) é o principal ativo do óleo essencial presente na Canela. Tem sido amplamente estudado pelos seus efeitos sobre as plaquetas do sangue.

As plaquetas são componentes do sangue que se destinam a aglomerar-se em situação de emergência (como lesões corporais), como uma forma de parar o sangramento, mas em circunstâncias normais, no caso de se aglomerarem demasiado, podem provocar um fluxo sanguíneo insuficiente.

O cinamaldeído do O. E. de canela ajuda a prevenir a aglutinação excessiva das plaquetas. (Isto sucede através da inibição da libertação de um ácido graxo inflamatório, denominado ácido araquidonico, das membranas das plaquetas e através da redução da formação de uma molécula inflamatória mensageira, o tromboxano A2). A capacidade da canela para reduzir a libertação de ácido araquidonico das membranas celulares também a coloca na categoria dos alimentos antiinflamatórios que podem ajudar na redução da inflamação.

Actividade antimicrobiana

Os óleos essenciais da canela também são classificados como antimicrobianos e a canela tem sido estudada pela capacidade de ajudar a impedir o crescimento de bactérias e fungos, incluindo a problemática levedura candida. Em testes de laboratório, os extratos de canela suspenderam muitas vezes (embora nem sempre) o desenvolvimento de leveduras resistentes ao uso de fluconazol, um medicamento antifúngico frequentemente usado.

As propriedades antimicrobianas da canela são tão eficazes que pesquisas recentes demonstraram que esta especiaria pode ser utilizada como uma alternativa aos conservantes de alimentos tradicionais. Num estudo, a adição de apenas algumas gotas de óleo essencial de canela a 100 ml de caldo de cenoura, posteriormente refrigerado, inibiu o crescimento de bacillus cereus, um agente patogénico de origem alimentar, durante pelo menos 60 dias. Quando o caldo era refrigerado sem a adição de óleo de canela, o bacillus cereus patogénico desenvolveu-se apesar da temperatura fria. Além disso, os pesquisadores observaram que a adição de canela não só agiu como um conservante eficaz, mas melhorou também o sabor do caldo.

Controle dos níveis de açúcar no sangue

Temperar com canela um alimento que tenha um teor elevado de hidratos de carbono pode ajudar a diminuir o seu impacto sobre os níveis de açúcar no sangue. A canela abranda a velocidade a que o estômago fica vazio após as refeições, reduzindo o aumento do açúcar no sangue após a ingestão.

Os investigadores mediram a velocidade a que o estômago de 14 pessoas saudáveis ficava vazio após terem ingerido 300 gramas (1,2 xícaras) de pudim de arroz simples ou temperado com 6 gramas (1,2 colheres de chá) de canela. A adição de canela ao pudim de arroz reduziu a velocidade de esvaziamento gástrico de 37% para 34,5% e atenuou significativamente o aumento dos níveis de açúcar no sangue após a refeição.

A canela também pode ajudar de forma significativa pessoas com diabetes do tipo 2 a melhorar a sua capacidade de resposta à insulina, normalizando assim os seus níveis de açúcar no sangue. Quer os estudos em tubos de ensaio, quer os estudos em animais demonstraram que os compostos da canela não só estimulam os receptores da insulina, mas também inibem uma enzima que os desactiva, aumentando assim significativamente a capacidade de as células utilizarem a glicose.

O aroma da canela estimula a função cerebral

Consumir canela melhora a capacidade do organismo de utilizar o açúcar do sangue e sentir simplesmente o seu aroma maravilhoso aumenta a actividade do cérebro!

Descobriu-se que mascar chicletes com aroma de canela ou simplesmente cheirar canela impulsionava o processamento cognitivo dos participantes do estudo.

O cálcio e as fibras melhoram a saúde do cólon e protegem contra doenças cardíacas.

Além dos seus óleos essenciais característicos, a canela é uma excelente fonte de manganês e uma fonte rica em fibra alimentar, ferro e cálcio. A combinação de cálcio e fibra é importante e pode ajudar a prevenir diversas doenças. O cálcio e as fibras podem ligar-se aos sais biliares e ajudar a removê-los do organismo. Ao eliminar a bílis, a fibra ajuda a prevenir os danos que determinados sais biliares podem causar às células do cólon, reduzindo assim o risco de cancro do cólon. Além disso, quando a bílis é removida pela fibra, o organismo tem de neutralizar o colesterol a fim de produzir mais bílis. Este processo pode ajudar a reduzir os níveis de colesterol elevados, o que pode ser útil na prevenção da aterosclerose e da doença cardíaca. Para portadores da síndrome do intestino irritável, a fibra da canela também pode proporcionar alívio durante a prisão de ventre ou a diarreia.

Funchal, 18 de Setembro de 2010

FONTE: http://plantascurandeiras.blogspot.com/2010/09/canela-colesterol-diabetes-plaquetas.html

AUTOR:

REVISÃO: Arnaldo V. Carvalho

então, virando aquele rua de esquina é  a vereador duque estrada.
*o endereço certo é :
*Rua Dom Luiz Lasagna (!!!), 151 casa
Arnaldo – Arnie – PET diz (16:23):
*entra-se na duque estrada, vira a 2 esquerda (rua antonio fernandes), vira a 2 a esquerda novamente.
Arnaldo – Arnie – PET diz (16:26):
*achei o cel
Nivia diz (16:26):
*vou anotar
Arnaldo – Arnie – PET disse (16:32):
*minha mãe está querendo internar vovó
Arnaldo – Arnie – PET disse (16:33):
*ela não comeu absolutamente nada hoje.

Gel dental infantil a base de óleos essenciais é lançado

InPhlOral lança gel dental sem flúor para bebês e crianças
A InPhlOral está lançando no mercado o primeiro gel dental sem flúor produzido no Brasil. Desenvolvido durante cinco anos, o produto possui a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), da Associação Brasileira de Odontologia (ABO) e do FDA (Food And Drug Administration).O Gel Dental InPhlOral contém óleos essenciais de cravo e menta, substâncias naturalmente bactericidas que contribuem para a remoção das placas e deixam um sabor suave na boca. “No começo, as crianças podem estranhar o gosto, que é menos doce do que os de produtos infantis disponíveis, mas vão adorar a refrescância do cravo”, aposta a odontopediatra Dra. Márcia Amar, que testou o produto entre seus pacientes durante um ano.

Segundo a Dra. Márcia, a ingestão sistemática em excesso de flúor presente, simultaneamente, nos produtos de higiene bucal, na água — tanto de fontes naturais, quanto de abastecimento — e em alimentos, durante a fase de formação dos dentes definitivos, ou seja, de 0 a seis anos, tem provocado uma alta incidência de intoxicação em crianças, mais conhecida como fluorose.

Ela explica que como as crianças ainda não sabem controlar a deglutição e nem cuspir adequadamente, acabam ingerindo quantidade acima daquela segura para seu peso através da pasta de dentes e de outros dentifrícios. “Essa quantidade presente na água fluoretada associada à outros produtos e alimentos, representa o risco de, nos próximos dez anos, a fluorose tornar-se uma questão de saúde pública”, explica a odontopediatra Márcia Amar. A ingestão normal de flúor fica entre 0,05 e 0,07 mgF, por Kg de peso corpóreo ao dia.

“Muitas crianças chegavam ao meu consultório com Fluorose. Fui para os Estados Unidos, no Nacional Institute of Health, onde comecei a estudar sobre esta intoxicação. Pesquisei ainda sobre fitoterapia e medicina alternativa e, a partir daí, desenvolvi o gel”, conta a odontopediatra.

A fluorose se manifesta na dentição definitiva principalmente pela alteração de cor do esmalte, que pode assumir uma tonalidade esbranquiçada ou exibir pequenas manchas ou linhas brancas. Nos casos mais graves, adquire uma coloração acastanhada ou marrom, podendo haver perda de estrutura dental. Isso porque, nesses casos, o dente tornou-se mais fácil de desgastar.

FONTE: http://www.hospitalar.com/odonto/noticias/not0008.html

Pesquisadores da UNIFRAN iniciam busca por óleos essenciais contra cáries e outros problemas bucais

Óleos essenciais de espécies brasileiras cultiváveis com atividade contra patógenos da cavidade bucal

O biofilme dental é tido como o fator de maior importância dentro da etiologia das doenças bucais, sendo considerado o responsável pelas cáries e gengivites. A formação deste biofilme pode ser controlada através da manutenção da higiene bucal, que pode ser realizada de maneira eficiente através de métodos mecânicos (escovação).

Agentes quimioterapêuticos têm sido utilizados como coadjuvantes da remoção mecânica do biofilme dental, sendo que muitos destes agentes são obtidos de fontes naturais com atividade antimicrobiana. Dentre estas substâncias encontram-se os óleos essenciais, que são misturas complexas voláteis geralmente compostas por terpenóides (principalmente monoterpenos e diterpenos) e fenilpropanóides. Além da vantagem de serem extraídos com relativa facilidade, muitos óleos essenciais podem ser provenientes de espécies nerbáceas e arbustivas de pequeno porte, que são de propagação relativamente rápida.

Pensando em todos esses fatores e preocupados com a saúde bucal dos brasileiros, pesquisadores da UNIFRAN lançam projeto junto a Fapesp, que visa à prospecção de óleos essenciais com potencial para o desenvolvimento de novos produtos farmacêuticos destinados à manutenção da higiene bucal.

O presente projeto tem com objetivo a extração, a avaliação da atividade antimicrobiana frente a patógenos da cavidade bucal e a identificação dos constituintes químicos dos óleos essenciais de plantas brasileiras cultiváveis, com o com o foco inicial em 10 espécies: Alternanthera brasiliana (carrapichinho), Arabidaea chica (cipó-cruz), Artemisia camphorata (cânfora-de-jardim), Coreopsis lanceolata (margaridinha-amarela), Cynoglossum amabile (miosótis-da-china), Eclipta alba (erva-botão), lepidium virginianum (mentrasto), Stachytarpheta cayennensis (gervão), Senna occidentalis (fedegoso) e Tropaeolum majus (capuchinha).

Sem dúvida, mais um ponto para a pesquisa brasileira de óleos essenciais, para a saúde pública, odontologia, para a saúde preventiva, para a a fitoterapia e aromaterapia, para os brasileiros e principalmente para a humanidade!

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Capuchinha, do jardim para as mesas (trata-se de flor comestível), e agora no laboratório para ver se vira produto para a saúde bucal!